Técnico usando coletor de dados com leitor portátil para identificar equipamentos no inventário patrimonial de ativos fixos

Empresa de inventário patrimonial há 30 anos

Inventário patrimonial e de ativos fixos para empresas

Levantamento patrimonial, etiquetagem com RFID ou código de barras e conciliação físico-contábil do ativo imobilizado conforme o CPC 27, com laudo e a base pronta no ACTVOS ou no seu ERP. Equipe própria em todo o Brasil, para indústrias, redes, bancos, hospitais e órgãos públicos que precisam de um balanço que bata com o que existe.

  • Levantamento de ativo fixo bem a bem, com foto e responsável
  • Emplaquetamento ou tagueamento de ativos
  • Conciliação físico-contábil e laudo para a auditoria
  • Proposta com escopo e prazo em até 24h

30 anos

de inventário patrimonial

4.500+

projetos entregues

Quase 2.600

clientes atendidos

15+ países

atendidos

17

escritórios

Mais de 1.200

colaboradores em nosso ecossistema

Nossos clientes

Clientes que confiam e confiaram na CPCON ao longo de 30 anos de história

Temos orgulho de compartilhar grandes projetos desenvolvidos em alguns dos nossos 17 escritórios em 7 países, com excelentes resultados.

  • Petrobras, cliente CPCON
  • Vivo (Telefônica), cliente CPCON
  • CSN (Companhia Siderúrgica Nacional), cliente CPCON
  • Reckitt, cliente CPCON
  • Natura, cliente CPCON
  • O Boticário, cliente CPCON
  • Smart Fit, cliente CPCON
  • Selfit, cliente CPCON
  • Magna International, cliente CPCON
  • Weir Minerals, cliente CPCON
  • Coca-Cola, cliente CPCON
  • Vale, cliente CPCON
  • Santander Banespa, cliente CPCON
  • Nestlé, cliente CPCON
  • PepsiCo, cliente CPCON
  • BASF, cliente CPCON
  • GE Aerospace, cliente CPCON
  • Deloitte, cliente CPCON
  • Scania, cliente CPCON
  • AstraZeneca, cliente CPCON
  • Caixa Econômica Federal, cliente CPCON
  • Universidade Anhembi Morumbi, cliente CPCON
  • Cacau Show, cliente CPCON
  • Carglass, cliente CPCON
  • Johnson & Johnson, cliente CPCON
  • Venture Global, cliente CPCON
  • Ingredion, cliente CPCON
  • Sicredi, cliente CPCON
  • Sicoob, cliente CPCON
  • Tegma Gestão Logística, cliente CPCON
  • Saint-Gobain, cliente CPCON
  • Unimed, cliente CPCON
  • Veolia, cliente CPCON
  • bioMérieux, cliente CPCON
  • Grupo Galería, cliente CPCON

1O que é

Inventário de ativos: um serviço, quatro nomes

Inventário patrimonial, inventário de ativos fixos e inventário de ativo imobilizado descrevem o mesmo trabalho: o levantamento físico dos bens que a empresa usa para operar, conciliado com o registro contábil. O resultado mostra o que existe, onde está, com quem está e se bate com o balanço.

Inventário patrimonial

O nome mais usado por controladoria e auditoria para o levantamento dos bens conciliado com a contabilidade.

Inventário de ativos fixos

Ativo fixo é o nome gerencial dos bens de uso duradouro. O inventário de ativos é o mesmo trabalho.

Inventário de ativo imobilizado

Imobilizado é o grupo contábil do CPC 27 onde esses bens ficam registrados. Mesmo serviço, linguagem contábil.

Levantamento patrimonial

A etapa de campo: contar, identificar, fotografar e localizar cada bem. Sem conciliação, ainda não é o inventário completo.

Nossa missão

O ERP registra. A CPCON controla.

O ERP guarda o número. A CPCON garante que o número corresponde a um bem que existe, está no lugar certo, com a pessoa certa e no estado declarado. É essa ponte entre o físico e o contábil que a auditoria aceita.

O ERP registra

  • Valor de aquisição
  • Conta contábil
  • Depreciação
  • Centro de custo

A CPCON controla

  • O bem existe?
  • Está onde deveria?
  • Com quem está?
  • Bate com o balanço?
Escritório com mesas, cadeiras e computadores, bens móveis contados no levantamento patrimonial

2Levantamento patrimonial

Levantamento patrimonial e de ativo fixo

O levantamento patrimonial é a etapa de campo do inventário: a equipe percorre cada sala, galpão, pátio e unidade e registra todos os bens, sem amostra. No levantamento de ativo fixo, cada máquina, equipamento, móvel, veículo, computador e instalação recebe descrição, foto, localização, estado de conservação, responsável e número patrimonial.

O levantamento de bens patrimoniais pode ser contratado sozinho, quando a empresa só precisa saber o que tem, ou como primeira etapa do inventário patrimonial completo, com conciliação contábil e laudo. É o caminho mais comum quando:

  • O último inventário tem mais de 2 anos
  • A auditoria pediu evidência física dos bens
  • O controle do imobilizado vive em planilha
  • Há bens sem responsável formal
  • Vem aí fusão, aquisição, venda de unidade ou troca de ERP
  • O seguro é calculado por estimativa

3O que entregamos

Do bem na parede ao saldo no balanço

A CPCON executa todas as etapas do inventário de ativos com equipe própria, sem terceirizar o campo, e entrega a base pronta para o controle seguir depois do projeto.

01

Emplaquetamento ou tagueamento de ativos

Equipe própria percorre cada unidade e identifica bem a bem com plaquetas de patrimônio, etiqueta patrimonial de código de barras ou etiqueta patrimonial RFID (inclusive on-metal), registrando descrição, foto, localização, estado de conservação e responsável. O parque inteiro, sem amostra.

02

Conciliação físico-contábil (CPC 27)

A base física é cruzada com o razão do imobilizado item a item. Conciliados, sobras, não localizados e divergências de cadastro saem classificados, com o tratamento contábil de cada caso.

03

Laudo e relatório final

Relatório com metodologia, evidências e resultado da conciliação, assinado por responsável técnico. É o dossiê que a auditoria externa e o fisco pedem.

04

Base pronta no ACTVOS ou no ERP

A base saneada é entregue carregada no ACTVOS, o sistema de gestão patrimonial da CPCON, ou no seu ERP (SAP, Oracle, TOTVS e outros), para o controle continuar depois do projeto.

4Como funciona

Cinco etapas, com prazo em cada uma

Os prazos são os típicos de uma planta com alguns milhares de bens: de 4 a 8 semanas do diagnóstico ao laudo.

Projetos com muitas unidades

Planejamento de 2 a 3 semanas, campo de 4 a 16 semanas conforme a dispersão geográfica e conciliação de 3 a 6 semanas, em ondas e com frentes simultâneas. A operação não para: o trabalho segue janelas combinadas, inclusive à noite, em fins de semana e em paradas programadas.
  1. 01

    Diagnóstico e proposta

    Proposta em até 24h

    Conversa de 30 minutos sobre quantidade de bens, unidades e prazo. Em seguida, análise da base contábil e plano de inventário com cronograma e mix de etiquetas.

  2. 02

    Levantamento físico e etiquetagem

    2 a 4 semanas de campo

    Inventário físico e etiquetagem em paralelo, com coletores RFID e de código de barras, foto por bem e validação em tempo real contra a base. A operação não para.

  3. 03

    Conciliação físico-contábil

    1 a 2 semanas

    Cruzamento com o razão do imobilizado, tratamento de sobras e não localizados e plano de regularização aprovado com a sua controladoria.

  4. 04

    Laudo e carga da base

    Cerca de 1 semana

    Laudo técnico com metodologia e evidências, carga da base saneada no ACTVOS ou no ERP e suporte à contabilização dos ajustes.

  5. 05

    Controle contínuo

    Depois da entrega

    Política patrimonial, termos de responsabilidade e calendário de inventários cíclicos para a base não voltar a envelhecer.

5Tecnologia própria

RFID, etiquetas patrimoniais e o ACTVOS: a etiqueta certa para cada bem

Da escolha do coletor ao material da etiqueta, a operação é da CPCON, sem intermediários. Com RFID, o coletor lê até 1.200 ativos por minuto sem enxergar a etiqueta; nos projetos da CPCON isso reduz o tempo de campo em até 40% e torna barato repetir o inventário.

RFID e código de barras

Tags on-metal em superfícies metálicas, plaqueta com código de barras onde o RFID não compensa e portais com antenas fixas em portas e docas para registrar a movimentação.

Tecnologia RFID para ativos

Etiquetas e plaquetas patrimoniais

Alumínio para calor, óleo e área externa, poliéster com código de barras, QR Code e tag RFID para metal, escolhidas por família de ativo e aplicadas pela própria equipe.

Etiquetas patrimoniais CPCON

ACTVOS, o sistema da CPCON

O ACTVOS Mobile funciona sem sinal e valida cada leitura contra a base em tempo real. O ACTVOS Web usa IA para apoiar o tratamento de dados e imagens, aponta divergências e mantém movimentações e reinventários.

Conheça o ACTVOS
Integração comSAPOracleTOTVSCigamSeniorMicrosoftentre outrosem mais de 617 integrações com ERP

6Conciliação

Conciliação físico-contábil em quatro categorias

Cada divergência gera trilha auditável com responsável, evidência fotográfica e histórico. O laudo final separa impairment, baixas e ajustes patrimoniais.

Leia mais sobre conciliação patrimonial e cotejamento contábil.

CATEGORIA 1

Encontrado e registrado

Conciliado. Sem ação contábil, só a atualização de foto, local e responsável.

CATEGORIA 2

Sobra física

Bem em uso sem registro. Análise de origem (compra antiga, transferência, doação) e incorporação.

CATEGORIA 3

Falta física

Registrado e não localizado. Investigação (sucata, venda sem baixa, transferência) e baixa fundamentada.

CATEGORIA 4

Local diferente

Encontrado fora do lugar registrado. Atualização de centro de custo e de responsável.

7Cases em números

Inventários patrimoniais que a CPCON já entregou

Do banco com milhares de agências à refinaria, a mesma metodologia de levantamento, etiquetagem e conciliação. Números dos projetos publicados na página de cases.

Siderurgia

CSN

Série de projetos de avaliação de ativos com centenas de milhares de ativos, para organizar a base de dados do imobilizado. Normas: CPC 27, ICPC 10, CPC 01 e NBR 14653-5. Base organizada e conciliada físico x contábil, aceita pela auditoria.

Ver nos cases
Telecomunicações

Grupo Vivo

Gestão de ativos com quase 13 milhões de ativos e revisão da política de arrendamento do grupo (torres, aparelhos em comodato e bens reversíveis), à luz do CPC 06 (R2), da Lei 9.472/1997 e da Lei 13.879/2019.

Ver nos cases
Bancos

Banco Santander

Estudo de valores locativos ou de arrendamento dos imóveis que sustentaram a política de desmobilização do grupo, com NBR 14653 e CPC 06 (R2) para venda e retroarrendamento.

Ver nos cases

Cada setor tem sua dinâmica

Mineração

Vale

34.707 ativos inventariados, com inventário físico e conciliação patrimonial em uma operação distribuída por 11 estados.

Redes hospitalares

Rede D’Or

Equipamentos circulam entre leitos, alas e unidades: localizar ativos em uso e coordenar o trabalho com as equipes assistenciais, numa operação 24 horas.

Laboratórios e farmacêutica

Pfizer, Galderma, AstraZeneca e Roche

Acesso, circulação de equipes e uso de coletores respeitando os protocolos de cada cliente em áreas controladas.

Varejo

Decathlon e Centauro

Muitas lojas e janelas curtas: o RFID apoiou a gestão e o controle de ativos, com tags, software e suporte operacional da CPCON.

Cosméticos

Natura e O Boticário

Operações industriais, centros de distribuição e lojas com visão integrada dos ativos, RFID e conexão ao ERP.

Internacional

Reckitt, Biomérieux, DHL e MONEX

RFID em mais de 14 plantas da Reckitt nos EUA, controle de ativos da Biomérieux na Espanha, inventário da DHL na Arábia Saudita e controle patrimonial da MONEX no México.

Ver todos os cases CPCON

8Setor público

Inventário patrimonial para órgãos públicos

No setor público, a Lei 4.320/64 e a NBC TSP 07 tornam obrigatório o inventário anual de bens móveis e imóveis, cobrado pelos tribunais de contas. A CPCON já executou o inventário de 222.568 bens patrimoniais do Governo do Espírito Santo, em prédios administrativos, escolas e almoxarifados, com reconciliação e laudo de valor justo e vida útil, e o projeto da Caixa Econômica Federal em mais de 5.400 agências.

  • Levantamento patrimonial de bens móveis e imóveis
  • Conciliação com o registro contábil e laudo com responsável técnico
  • Base carregada no ACTVOS para o inventário anual seguinte

Veja o artigo sobre inventário de bens patrimoniais públicos e o case do Governo do Espírito Santo.

Corredor de prédio administrativo com móveis e equipamentos, ambiente coberto pelo inventário patrimonial público

9Normas

Conformidade com o CPC 27 e as normas vigentes

O inventário de ativo imobilizado da CPCON segue o que as normas exigem: base física confirmada, registro contábil conciliado e documentação pronta para a auditoria.

CPC 27 / IAS 16

Ativo imobilizado: reconhecimento, depreciação, componentes e revisão anual de vidas úteis. O imobilizado registrado precisa existir.

ICPC 10

Custo atribuído e revisão de vidas úteis do imobilizado.

CPC 01 / IAS 36

Teste de recuperabilidade quando há indício de perda. Máquina parada e dano físico aparecem no levantamento de campo.

CPC 06 (R2) / IFRS 16

Direito de uso de arrendamentos ativado e depreciado.

Lei 6.404/76 e IN 1.700/2017

Escrituração do imobilizado no ativo não circulante e base para IRPJ, CSLL e depreciação.

Lei 4.320/64 e NBC TSP 07

No setor público, inventário anual obrigatório de bens móveis e imóveis, cobrado pelos tribunais de contas.

ITG 1000 e NBC TG 1001/1002

Pequenas e médias empresas: ativos contados e levantados fisicamente e depreciação com base confiável.

Auditoria externa

O auditor testa existência e integridade do imobilizado. Base conciliada e laudo encurtam a auditoria e evitam ressalva.

Para a metodologia passo a passo, leia o artigo inventário de ativos pela NBC TG 27.

10Atenção na contratação

O que costuma dar errado em inventários superficiais

  • Planilha de sobras entregue sem conciliação nem decisão contábil
  • Razão do imobilizado com bens que não existem e sem os que estão em uso
  • Plaquetas frágeis que se perdem no primeiro ano
  • Vida útil e depreciação sem revisão, com risco de não atender ao CPC 27
  • Ajustes fora do ERP: o mesmo problema volta no ano seguinte
  • Sem laudo técnico nem trilha de cada ajuste para a auditoria

Com a CPCON

Conciliação completa, ERP atualizado e controle contínuo

  • Cada sobra e cada falta tratada e documentada até a base física e a contábil fecharem
  • Dados conciliados e ajustes no seu ERP por integração, API ou layout de importação
  • Identificação durável, sistema e rotina de rechecagem para a base não se perder de novo
  • Laudo com responsável técnico e trilha de cada ajuste

11Escopo e prazo

Do que depende o investimento no inventário patrimonial

Não há preço de tabela, porque duas empresas com o mesmo número de bens podem ter projetos muito diferentes. O diagnóstico é sem custo e a proposta vem com escopo e prazo definidos em até 24h. Estes são os seis fatores:

1

Quantidade de bens

É o principal direcionador. Contar 2 mil bens é um projeto; contar 200 mil é outro.

2

Unidades e dispersão geográfica

Cada endereço soma deslocamento, hospedagem e janela de acesso. A logística da equipe já entra fechada na proposta.

3

Tecnologia de identificação

Aproveitar etiquetas existentes custa menos que etiquetar do zero. RFID tem tag mais cara e leitura muito mais rápida.

4

Profundidade contábil

Só contagem física, conciliação completa com o razão, laudo de ajuste ou também avaliação e revisão de vida útil.

5

Janelas de operação

Trabalho noturno, em fim de semana ou em parada programada muda a escala da equipe.

6

Estado da base e integração

Base contábil muito divergente pede mais saneamento. Carga no ACTVOS ou integração com o ERP entram no escopo.

Porte do parque, prazo e método

Ordem de grandeza, do planejamento ao laudo.

PorteBensPrazo típicoMétodo
PequenoAté cerca de 1.000Dias a 2 semanasCódigo de barras
Médio1.000 a 10.000SemanasCódigo de barras, ou RFID se houver recontagem frequente
Grande10.000 a 100.000Algumas semanas a mesesRFID com equipe dedicada
Multiunidade100.000 ou mais, em vários endereçosMeses, em ondas por unidadeRFID e frentes simultâneas

Conte quantos bens, quantas unidades e qual o prazo. A proposta vem em até 24h.

Pedir proposta

12Pequenas e médias empresas

Inventário de ativos fixos para pequenas e médias empresas

PME também precisa de base confiável: o ITG 1000 e a NBC TG 1001 pedem ativos contados e levantados fisicamente, e banco e auditoria pedem laudo. Por isso há três formatos, do mais enxuto ao completo.

Modelo 1

Sua equipe conta, a CPCON concilia

Sistema para o inventário e treinamento on-line. Sua equipe faz a contagem física; a CPCON faz a reconciliação contábil e entrega relatórios gerenciais.

Modelo 2

Sua equipe conta, a CPCON emite o laudo

Com suporte técnico durante o processo e vistoria presencial da CPCON, para quem precisa de laudo técnico para crédito bancário ou auditoria.

Modelo 3

A CPCON faz tudo

Inventário, etiquetagem com QR Code ou RFID, reconciliação contábil completa, vistoria, laudo técnico e treinamento da equipe.

Pátio com frota de veículos, ativos que exigem controle patrimonial contínuo

13Depois do inventário

Inventário é foto. Controle patrimonial é filme.

Sem rotina, a base volta a degradar em 12 a 18 meses. No outsourcing de controle patrimonial, a CPCON opera movimentações, baixas, conciliações e inventários cíclicos no dia a dia, no ACTVOS.

20+ anos

de controle patrimonial no Grupo Vivo

19+ anos

de controle patrimonial no Grupo Record

Conheça o outsourcing de controle patrimonial

14Como escolher

Seis perguntas antes de contratar uma empresa de inventário patrimonial

A equipe de campo é própria?

Campo subcontratado dilui a metodologia e pulveriza a responsabilidade. A CPCON executa com equipe própria.

Entrega conciliação ou só contagem?

Contar é a parte fácil. O valor está em amarrar cada bem ao razão e sustentar o ajuste contábil.

O laudo tem responsável técnico?

Sem responsável identificado, o laudo não se sustenta diante de auditor, fisco ou tribunal de contas.

A tecnologia é própria?

ACTVOS Web, ACTVOS Mobile e a integração RFID são linha própria da CPCON, sem dependência de revenda.

Integra com o meu ERP?

São mais de 617 integrações com ERPs como SAP, Oracle, TOTVS, Senior e CIGAM.

O que fica depois do projeto?

Exija política patrimonial e calendário de ciclos. Sem isso, a base volta a degradar em 12 a 18 meses.

Perguntas frequentes sobre inventário patrimonial e de ativos fixos

O que é inventário patrimonial?

Inventário patrimonial é o levantamento físico de todos os bens do ativo imobilizado de uma empresa (máquinas, equipamentos, veículos, móveis, computadores e instalações), seguido da conciliação com o registro contábil. Cada bem recebe número patrimonial, foto, localização e responsável, e a base física é comparada ao razão do imobilizado conforme o CPC 27. O resultado mostra o que existe, o que falta e o que nunca foi registrado.

Leia o guia completo de inventário patrimonial

Inventário patrimonial, inventário de ativos fixos e inventário de ativo imobilizado são a mesma coisa?

Sim, na prática são o mesmo serviço. Ativo fixo e ativo imobilizado são os bens que a empresa usa para operar por mais de um ano e não vende; o inventário de ativos (ou inventário patrimonial) é o levantamento físico desses bens conciliado com a contabilidade. A CPCON executa esse processo há 30 anos, do planejamento à conciliação físico-contábil, em projetos de qualquer porte.

O que é levantamento patrimonial e levantamento de ativo fixo?

Levantamento patrimonial, ou levantamento de ativo fixo, é a parte de campo do inventário: a contagem e a identificação dos bens no local, com foto, localização, estado de conservação e responsável. O inventário patrimonial completo vai além: inclui o emplaquetamento ou tagueamento dos ativos, a conciliação com a contabilidade conforme o CPC 27 e o laudo final.

O que faz uma empresa de inventário patrimonial?

Uma empresa de inventário patrimonial executa o projeto de ponta a ponta: planeja, etiqueta os bens, faz a contagem física com coletores, concilia com a contabilidade, trata as divergências e entrega laudo e base atualizada. Na CPCON, o campo é feito por equipe própria e a base sai carregada no ACTVOS ou no seu ERP.

O que está incluído no inventário de ativos?

O escopo pode incluir planejamento, identificação com plaquetas ou etiquetas RFID, coleta física, conciliação físico-contábil, tratamento de sobras e faltas, laudo técnico, relatórios e atualização do ERP. As entregas são definidas conforme os ativos e as necessidades da sua empresa.

O que é emplaquetamento ou tagueamento de ativos?

É a identificação de cada bem com um número patrimonial único, gravado em plaquetas de patrimônio (alumínio ou poliéster), em etiqueta patrimonial de código de barras ou em etiqueta patrimonial RFID. É o passo que liga o bem físico ao registro contábil e deixa os próximos inventários muito mais rápidos, porque o bem passa a ser lido em vez de procurado.

Conheça as etiquetas e plaquetas patrimoniais

Plaqueta de patrimônio ou etiqueta patrimonial RFID: qual escolher?

Depende do ambiente, do volume de bens e da frequência de inventário. A plaqueta de alumínio resiste a calor, óleo e área externa. A etiqueta de código de barras custa menos e atende parques menores. A etiqueta patrimonial RFID é lida sem contato e em lote, até 1.200 ativos por minuto com a tecnologia RFID da CPCON, e compensa em parques grandes ou com inventários frequentes. Em muitos projetos usamos uma combinação, escolhida por família de ativo.

Inventário com RFID vale a pena?

A tag RFID custa mais por unidade que a etiqueta de código de barras, mas compensa em três cenários: reinventários frequentes, porque o RFID lê muitas etiquetas de uma vez, sem linha de visão; ativos em locais de difícil acesso (alturas, áreas classificadas, painéis fechados); e movimentação alta, com localização atualizada em portarias e leitores fixos. Para um inventário único e pontual, o código de barras costuma ser mais econômico. Projetos híbridos (RFID nos ativos críticos e código 2D no resto) também são comuns.

Como funciona a tecnologia RFID

Do que depende o valor de um inventário patrimonial?

Não existe valor médio que sirva de referência. O investimento depende da quantidade de bens, do número de unidades e da dispersão geográfica, da tecnologia de etiquetagem, da profundidade contábil e das janelas de operação. Por isso a proposta é feita depois de um diagnóstico sem custo, com escopo e prazo definidos. Como referência de escala, a CPCON já executou projetos de mais de 2 milhões de ativos em mais de 5.400 agências (Caixa Econômica Federal) e de quase 13 milhões de ativos (Grupo Vivo). Se a sua dúvida é sobre inventário de herança, esse é um processo jurídico de sucessão e não é o serviço desta página.

Como contratar uma empresa de inventário de ativos fixos?

Comece por um diagnóstico do escopo: número e tipo de ativos, unidades envolvidas, estado da base contábil e objetivo (auditoria, M&A, troca de ERP, saneamento fiscal). Avalie cinco critérios: experiência comprovada e cases reais no seu porte e setor; metodologia estruturada de campo e de conciliação físico-contábil; tecnologia própria de etiquetagem e de software; conformidade com CPC 27, IFRS e exigências de auditoria; cobertura geográfica e integração com SAP, Oracle, TOTVS e outros ERPs. O caminho mais rápido é pedir um diagnóstico pelo formulário desta página: a equipe técnica retorna em até um dia útil.

Quando uma empresa deve fazer inventário físico de ativos fixos?

Há três gatilhos principais. Recorrente: o CPC 27 e a auditoria externa pedem comprovação periódica da existência dos ativos imobilizados; em S.A. de capital aberto, o inventário rotativo anual é praticamente obrigatório. Eventual: fusões, aquisições, cisões, IPOs ou captação via debêntures pedem laudo de existência e valor. Crítico: divergências contábeis recorrentes, troca de ERP, sinistros ou troca de auditoria forçam um saneamento patrimonial. Empresas que adiam o inventário acumulam ativos fantasmas, com impacto direto em depreciação e impairment.

Quanto tempo demora um inventário patrimonial?

Uma planta com alguns milhares de bens fica tipicamente entre 4 e 8 semanas, do diagnóstico ao laudo. Em projetos maiores, o ciclo tem planejamento (2 a 3 semanas), campo (4 a 16 semanas, conforme o número de unidades e a dispersão geográfica) e conciliação físico-contábil (3 a 6 semanas). Redes com muitas unidades são executadas em ondas, com frentes simultâneas: na Petrobras, foram mais de 500 mil ativos em 6 meses. A precisão de identificação supera 99% em projetos com etiquetagem adequada.

O inventário precisa parar a operação?

Não. A equipe trabalha por setor e por onda, em horário combinado com a operação, inclusive em plantas que funcionam 24 horas, lojas abertas e hospitais. Áreas críticas (salas de controle, áreas classificadas, salas limpas) seguem protocolo específico, incluído no escopo. Quando um setor exige janela específica, ela é agendada com antecedência.

Como são tratadas as divergências entre o físico e o contábil?

A CPCON aplica a conciliação em 4 categorias: (1) ativo encontrado e registrado, sem ação; (2) ativo encontrado sem registro contábil (sobra), com entrada após análise de origem; (3) ativo registrado e não encontrado (falta), com investigação e baixa fundamentada; (4) ativo encontrado em local diferente do registrado, com atualização de centro de custo. Cada divergência gera trilha auditável com responsável, evidência fotográfica e histórico, e o laudo final separa impairment, baixas e ajustes patrimoniais.

Entenda a conciliação patrimonial físico x contábil

O que recebo ao final do inventário patrimonial?

Você recebe a base de ativos saneada e etiquetada, com foto, local e responsável de cada bem; a conciliação físico-contábil com o tratamento de cada divergência; o laudo técnico assinado por responsável habilitado; e a base carregada no ACTVOS ou no seu ERP, junto com a política patrimonial para manter o controle.

Com que frequência o CPC 27 e a Receita Federal exigem inventário?

O CPC 27 não estabelece frequência fixa, mas exige que a entidade verifique periodicamente a existência, o valor e a vida útil dos ativos. Auditores externos costumam pedir inventário rotativo cobrindo 100% da base em ciclos de 1 a 3 anos, conforme a materialidade. A Receita Federal (IN 1.700/2017) e a Lei 6.404/76 exigem escrituração contábil precisa do imobilizado para a apuração do IRPJ e da CSLL e o cálculo da depreciação. No setor público, o inventário anual é obrigatório.

Quais são os 3 tipos de inventário?

Os três tipos mais usados são o inventário periódico (contagem geral, normalmente anual e ligada ao fechamento), o rotativo ou cíclico (contagens parciais ao longo do ano, por área ou família de bens) e o permanente (registro contínuo de cada entrada, movimentação e baixa no sistema). Empresas maduras combinam os três.

Veja todos os tipos de inventário

Qual a diferença entre inventário patrimonial e inventário de estoque?

O inventário patrimonial trata dos bens que a empresa usa para operar e não vende, regidos pelo CPC 27, com depreciação e identificação individual e permanente de cada item. O inventário de estoque trata de mercadorias e insumos destinados à venda ou ao consumo, controlados por SKU e quantidade e regidos pelo CPC 16. A CPCON executa os dois, com metodologias e tecnologias distintas.

Conheça o inventário e controle de estoques

A partir de que valor um bem entra no inventário patrimonial?

Entram os bens classificados no ativo imobilizado, e o corte de valor mínimo é definido pela política contábil da empresa, respeitando o limite fiscal para dedução direta como despesa. Bens abaixo do corte podem ser controlados fisicamente sem ir para o imobilizado.

Valor mínimo para ativo imobilizado

Vale mais ter um gestor de patrimônio interno ou contratar uma empresa?

Manter um gestor de patrimônio interno significa custo fixo de salário e encargos, mais sistema, coletores e etiquetas, e mesmo assim o inventário geral costuma exigir reforço de equipe. Por isso muitas empresas contratam o inventário com uma empresa especializada e deixam com o time interno apenas a rotina de movimentações, apoiada por um sistema como o ACTVOS, ou terceirizam o controle inteiro no outsourcing de controle patrimonial.

Veja o outsourcing de controle patrimonial

Pequenas empresas também precisam de inventário de ativos fixos?

Sim. Para pequenas empresas, a ITG 1000 pede que os ativos sejam avaliados, contados e levantados fisicamente, e a NBC TG 1001 e 1002 exigem controle confiável do imobilizado para o cálculo correto da depreciação. O inventário também pesa em auditorias, pedidos de crédito bancário e na venda da empresa. A CPCON adapta o escopo ao porte.

NBC TG 1001 para PMEs

A CPCON atende órgãos públicos?

Sim. Entre os projetos publicados estão o inventário de 222.568 bens patrimoniais do Governo do Espírito Santo (prédios administrativos, escolas e almoxarifados, com reconciliação e laudo de valor justo e vida útil) e o projeto da Caixa Econômica Federal, com mais de 2 milhões de ativos em mais de 5.400 agências. No setor público, a Lei 4.320/64 e a NBC TSP 07 tornam o inventário anual obrigatório.

Inventário de bens patrimoniais públicos

A CPCON integra os dados ao meu ERP?

Sim. A integração pode ser direta, por API ou por importação assistida, conforme o sistema e o escopo. A CPCON tem experiência com SAP, Oracle, TOTVS, Cigam, Senior e Microsoft, entre outros, em mais de 617 integrações com ERP.

O que são bens reversíveis?

Na concessão de telefonia fixa (STFC), a Lei Geral de Telecomunicações (Lei 9.472/1997) e os contratos de concessão da Anatel determinam que os bens indispensáveis à continuidade do serviço revertem à União ao fim da concessão. Esses bens exigem controle individualizado, inventário e a Relação de Bens Reversíveis (RBR) enviada à Anatel. A Lei 13.879/2019 permitiu adaptar a concessão para autorização, o que tornou decisivo identificar e valorar esses bens.

Conheça o serviço de ativos reversíveis

Vocês atendem a minha cidade?

Sim. A CPCON executa inventários em todo o Brasil com equipe própria, em capitais, no interior e em plantas industriais afastadas, e já atendeu clientes em mais de 15 países. Deslocamento e hospedagem da equipe entram fechados na proposta.

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  • Equipe própria em 17 escritórios
  • Mais de 1.200 colaboradores em nosso ecossistema
  • Laudo com responsável técnico

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