Controle do patrimônio de ponta a ponta

Gestão Patrimonial e Controle do Patrimônio

A CPCON cuida da gestão patrimonial da sua empresa de ponta a ponta: inventário, etiquetagem RFID, avaliação e conciliação contábil (CPC 27). Mais que um software de controle patrimonial - entregamos o controle de ativos fixos funcionando, com a base saneada e auditável.

Inventário físico wall-to-wall
Etiquetagem RFID e código de barras
Conciliação físico-contábil (CPC 27)
Integração SAP, Oracle e TOTVS
30+
Anos de Experiência
+2.500
Clientes Atendidos
15
Países em 5 Continentes
RFID
Tecnologia de Linha Própria
O que é

Gestão patrimonial é o controle do patrimônio que sustenta o seu balanço

Gestão patrimonial é manter cada bem da empresa identificado, localizado, valorado e conciliado com a contabilidade. Quando o controle patrimonial é feito em planilha, a base envelhece: surgem ativos fantasmas (bens baixados que continuam no balanço), bens sem responsável e divergências que viram ressalva na auditoria.

A CPCON resolve isso com um processo completo de controle de patrimônio: inventário físico em campo, etiquetagem com número único, cadastro em sistema integrado ao ERP e a conciliação físico-contábil conforme o CPC 27. O resultado é uma base de ativos confiável - base do balanço, da depreciação correta e da redução de perdas.

Como funciona

Da planilha ao patrimônio sob controle, em 4 etapas

01

Diagnóstico

Análise da base contábil, do parque de ativos e do ERP para dimensionar escopo, tecnologia de etiqueta e modelo de dados.

02

Inventário e etiquetagem

Levantamento físico em campo por equipe própria, com etiqueta RFID/QR/código de barras, foto, localização e responsável por bem.

03

Conciliação físico-contábil

Carga no sistema, integração com o ERP e cruzamento físico × contábil - cada ativo amarrado ao registro do imobilizado.

04

Governança contínua

Termo de responsabilidade, rotina de inventário periódico e indicadores - o patrimônio passa a se manter controlado no tempo.

Normas e conformidade

As normas de contabilidade que regem o patrimônio no Brasil - e o que cada uma exige de você

A gestão patrimonial no Brasil não é uma questão de preferência administrativa: é um conjunto de obrigações legais e normativas que se acumulou ao longo de décadas e que hoje forma uma das malhas regulatórias mais detalhadas do mundo para o ativo imobilizado. O ponto de partida é a Lei 6.404/76 (Lei das Sociedades por Ações), que determina a escrituração do imobilizado e a apresentação fiel do patrimônio nas demonstrações financeiras. Em 2007, a Lei 11.638 reformou a 6.404 e iniciou a convergência do Brasil às normas internacionais de contabilidade (IFRS) - desde então, os pronunciamentos do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), aprovados pelo CFC e pela CVM, são o padrão obrigatório para praticamente todas as empresas de médio e grande porte do país.

Na prática, isso significa que o balanço da sua empresa só é defensável perante auditores, bancos, investidores e o fisco se o imobilizado estiver sustentado por evidência física, vidas úteis fundamentadas e conciliação entre o que existe no chão de fábrica e o que está no razão contábil. É exatamente esse o trabalho da gestão patrimonial - e é por isso que ela começa nas normas.

CPC 27 - Ativo Imobilizado: a norma central

O CPC 27 (correlato à norma internacional IAS 16) é a espinha dorsal contábil do patrimônio. Ele define quando um bem deve ser reconhecido como imobilizado (é provável que gere benefícios econômicos futuros e seu custo pode ser medido com confiabilidade), como deve ser mensurado no reconhecimento inicial (custo de aquisição ou construção, incluindo tributos não recuperáveis, frete, instalação e custos de desmontagem quando aplicável) e como deve ser tratado ao longo da vida: depreciação sistemática, revisão de estimativas e baixa.

Três exigências do CPC 27 derrubam a maioria das empresas na auditoria. Primeira: a vida útil deve refletir a realidade econômica do bem na sua operação - e não a taxa fiscal da Receita. Depreciar tudo a 10% ao ano porque "sempre foi assim" é erro técnico: a norma exige estimativa própria, e a taxa fiscal só vale para o cálculo do imposto. Segunda: o valor residual e a vida útil devem ser revisados ao menos a cada encerramento de exercício (item 51 da norma) - uma revisão que precisa de base documental, tipicamente um estudo técnico sobre o parque real de ativos. Terceira: a abordagem por componentes, tratada em detalhe mais abaixo - cada parte significativa de um ativo com vida útil diferente deve ser depreciada separadamente.

Nada disso se cumpre no papel: sem um inventário físico que diga quais bens existem, onde estão e em que estado operam, qualquer política de depreciação é um exercício de ficção. É por isso que auditorias - das locais às Big Four - pedem a conciliação físico-contábil como evidência das assertivas de existência (o ativo do balanço existe de fato), integridade (tudo o que existe está registrado) e valorização (os valores refletem custo, depreciação e perdas corretas).

CPC 01 - Impairment: o teste que protege o balanço

O CPC 01 (IAS 36) exige que, havendo indícios de desvalorização - obsolescência, dano físico, capacidade ociosa, mudança tecnológica ou de mercado -, a empresa teste se o valor contábil do ativo é recuperável. O valor recuperável é o maior entre o valor justo líquido de despesas de venda e o valor em uso (fluxo de caixa descontado que o ativo gera). Se o contábil estiver acima, a diferença vira perda no resultado. O detalhe que quase ninguém percebe: identificar os indícios exige conhecer o estado físico do parque. Máquinas paradas, equipamentos danificados e linhas desativadas são exatamente o que um inventário bem-feito revela - e o que uma base desatualizada esconde até a auditoria encontrar.

CPC 46 e NBR 14653 - valor justo e laudos de avaliação

Quando é preciso atribuir valor de mercado a bens - em combinações de negócios (M&A), garantias bancárias, seguros, cisões e reorganizações societárias -, entram o CPC 46 (Mensuração do Valor Justo) e a ABNT NBR 14653, a norma brasileira de avaliação de bens que disciplina método, fundamentação e grau de precisão dos laudos. A CPCON emite laudos de avaliação de ativos aderentes às duas normas, amarrados ao inventário físico - o que garante que o laudo avalia o que de fato existe.

CPC 06 (R2) - arrendamentos dentro do imobilizado

Desde 2019, o CPC 06 (R2) (IFRS 16) trouxe os contratos de arrendamento para dentro do balanço: o direito de uso é ativado e depreciado como imobilizado. Isso ampliou o perímetro da gestão patrimonial - equipamentos alugados, frotas e imóveis arrendados agora exigem o mesmo controle de existência, vida útil e baixa que os bens próprios, além da segregação clara entre o que é da empresa e o que é de terceiros no inventário físico.

A camada fiscal: IN RFB 1700/2017, CIAP e SPED

Sobre a camada societária existe a camada fiscal - e as duas não coincidem. A Instrução Normativa RFB 1700/2017 consolida as regras de IRPJ/CSLL e traz as taxas de depreciação admitidas pelo fisco (edifícios 4% a.a., máquinas e equipamentos tipicamente 10%, veículos 20%, equipamentos de informática 20%). Quando a vida útil societária (CPC 27) difere da taxa fiscal, a diferença precisa ser controlada - via subcontas e ajustes no e-Lalur - para que a empresa não perca benefício fiscal nem pague imposto a mais. No ICMS, o CIAP disciplina o crédito do imposto sobre o ativo permanente em 48 parcelas mensais, o que exige rastrear cada bem que entra, se move e sai. E tudo isso desagua nas obrigações digitais - SPED ECD e ECF -, onde o fisco cruza os registros do imobilizado eletronicamente. Uma base patrimonial inconsistente hoje não é só risco de ressalva: é autuação em potencial, com multas relevantes.

Setor público: Lei 4.320/64, MCASP e NBC TSP

No setor público a régua é ainda mais explícita: a Lei 4.320/64 determina o inventário anual dos bens móveis e imóveis, e o MCASP (Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público) com as NBC TSP trouxe para órgãos e estatais a obrigação de depreciar, reavaliar e conciliar o patrimônio público com rigor equivalente ao do setor privado. Tribunais de contas cobram - e a CPCON executa inventários e reavaliações para o setor público com a mesma metodologia dos projetos corporativos.

CPC 27 / IAS 16

Ativo imobilizado: reconhecimento, depreciação, componentes e revisão anual de vidas úteis

CPC 01 / IAS 36

Impairment: teste de recuperabilidade quando há indício de desvalorização

CPC 46 + NBR 14653

Valor justo e laudos de avaliação fundamentados

CPC 06 (R2) / IFRS 16

Direito de uso de arrendamentos ativado e depreciado

Lei 6.404/76 + 11.638/07

Escrituração do imobilizado e convergência ao IFRS

IN RFB 1700/2017

Depreciação fiscal, subcontas e efeitos em IRPJ/CSLL

CIAP + SPED ECD/ECF

Crédito de ICMS em 48 parcelas e cruzamentos eletrônicos do fisco

Lei 4.320/64 + MCASP

Inventário anual obrigatório e NBC TSP no setor público

Descomponentização de ativos

Descomponentização de ativos: depreciar cada parte pela vida que ela realmente tem

A descomponentização de ativos - também chamada de componentização ou abordagem por componentes (component approach do IAS 16) - é a exigência do CPC 27 de que cada parte de um ativo com custo significativo e vida útil própria seja registrada e depreciada separadamente. Um edifício não envelhece por inteiro na mesma velocidade: a estrutura dura décadas, a cobertura precisa ser refeita bem antes, elevadores e sistemas de climatização têm ciclos próprios de substituição. Tratar tudo como um único registro "Edifício - 4% ao ano" distorce a depreciação, o resultado e o imposto.

O mesmo raciocínio vale para uma aeronave (fuselagem versus motores versus interiores), uma linha de produção (base mecânica versus painéis elétricos versus automação), uma subestação, uma frota ou um data center. A descomponentização substitui o "bolo único" por uma árvore de componentes, cada um com custo, vida útil, valor residual e taxa próprios.

Exemplo prático: edifício industrial de R$ 20 milhões

Antes: um registro único a 4% a.a. Depois da descomponentização:

ComponenteCusto alocadoVida útilTaxa anual
Estrutura e fundaçõesR$ 11.000.00050 anos2%
Cobertura e vedaçõesR$ 3.200.00020 anos5%
Elevadores e transporte verticalR$ 1.800.00015 anos6,7%
Climatização (HVAC)R$ 2.400.00012 anos8,3%
Instalações elétricas e automaçãoR$ 1.600.00010 anos10%

Valores ilustrativos. A alocação real é feita por estudo técnico de engenharia de avaliações, com base no inventário físico.

Por que isso muda o jogo financeiro:

Depreciação fiel ao desgaste real

O resultado deixa de carregar depreciação distorcida - nem subavaliada (lucro inflado hoje, surpresa amanhã) nem superavaliada.

Substituições tratadas corretamente

Trocou a cobertura ou o motor? Baixa-se o componente antigo e capitaliza-se o novo - em vez de jogar a reforma em despesa ou dobrar o ativo.

Efeito tributário controlado

As diferenças entre vida útil societária e taxa fiscal são rastreadas por componente, preservando o benefício fiscal via e-Lalur.

Auditoria e impairment mais simples

Componentes bem definidos facilitam o teste de recuperabilidade e eliminam discussões interminável com o auditor sobre vidas úteis genéricas.

Como a CPCON executa: o inventário físico identifica e fotografa os ativos e suas partes relevantes; a engenharia de avaliações define os componentes significativos, aloca custos e fundamenta vidas úteis e valores residuais em estudo técnico; e a contabilidade recebe a abertura pronta para o razão - por componente, com trilha completa para a auditoria e para a Receita. Veja o serviço dedicado de componentização de ativos CPC 27.

Brasil x mundo

Gestão patrimonial no Brasil x no mundo: a distância que a sua empresa não precisa aceitar

Nos mercados maduros - Estados Unidos, Europa, Reino Unido -, o fixed asset management é disciplina consolidada há décadas. A abordagem por componentes é prática corrente sob IFRS, a lei Sarbanes-Oxley (SOX) obriga desde 2002 controles internos auditáveis sobre a existência dos ativos das companhias listadas, e o inventário físico é rotina de governança, não evento de emergência.

No Brasil, a convergência ao IFRS só chegou em 2008 - e a prática ainda corre atrás da norma. É comum encontrar empresas de grande porte com o imobilizado controlado em planilha, vidas úteis copiadas da tabela fiscal da Receita, ativos fantasmas acumulados por anos sem baixa e inventário feito somente quando a auditoria ameaça ressalvar o balanço. O custo disso aparece em imposto pago a mais ou a menos, seguro errado, CAPEX duplicado e fechamentos que viram maratona.

A CPCON nasceu no Brasil e cresceu para 15 países exatamente cobrindo essa lacuna: o mesmo modelo de negócio, a mesma metodologia e a mesma plataforma que operamos nos Estados Unidos, na Europa e no Oriente Médio são aplicados aqui - sem versão simplificada para o mercado local.

PráticaMercado brasileiro típicoPadrão global - como a CPCON entrega
Vidas úteisTaxa fiscal usada como proxy, sem estudoEstudo técnico por família e componente, revisado anualmente (CPC 27, item 51)
DescomponentizaçãoRara - ativos registrados como bolo únicoRotina de projeto: árvore de componentes com custo e vida próprios
Inventário físicoEsporádico, sob pressão da auditoriaCiclo permanente com RFID - contagens em fração do tempo manual
TecnologiaPlanilhas e módulos de ERP subutilizadosRFID UHF + IA + plataforma própria com dashboard em tempo real
Preparo para auditoriaRisco de ressalva a cada fechamentoTrilha por bem, laudos e conciliação prontos - padrão Big Four
GovernançaResponsabilidade difusa, sem termo por bemResponsável e localização por ativo, com rotina e indicadores
Suporte global, entrega local

O que uma empresa global entrega para a sua operação local

Contratar um líder global não é luxo de multinacional - é atalho para a empresa local operar no nível dos melhores do mundo, pagando escala em vez de aprendizado.

Benchmarks internacionais de vidas úteis

Referências reais por setor - indústria, varejo, saúde, energia, logística - colhidas em milhares de projetos em 5 continentes, para fundamentar as suas estimativas perante o auditor.

Compliance multi-GAAP

Ponte entre BR GAAP, IFRS e US GAAP para subsidiárias de multinacionais: uma única base de ativos que responde à matriz, ao auditor local e à SOX ao mesmo tempo.

Metodologia validada por Big Four

Processos e laudos já auditados em dezenas de jurisdições. A discussão com o auditor encurta porque a evidência chega no formato que ele espera.

Tecnologia amortizada em escala global

RFID, IA e plataforma desenvolvidos uma vez e usados nos 15 países - a empresa local acessa tecnologia de líder global pagando preço de projeto local.

Multinacional de verdade

Multi-idioma, multi-moeda e consolidação entre países para grupos com operações fora do Brasil - e suporte a due diligence e M&A cross-border.

Mesmo modelo de negócio no mundo todo

O projeto executado em São Paulo segue o mesmo playbook de Nova York, Madri ou Dubai. Entregamos mais porque já erramos e corrigimos em escala global - você recebe o processo maduro.

Esse é o ponto que diferencia a CPCON no mercado brasileiro: tradição e marca de quem está há mais de 30 anos no país, com a estrutura, a tecnologia e a credibilidade de um grupo que opera em 15 países. Para a empresa local, isso se traduz em segurança - o fornecedor que atende a Natura, O Boticário e 40% das empresas do índice Bovespa é o mesmo que atende a sua operação, com o mesmo rigor. E o nosso maior certificado continua sendo um só: a satisfação de quase 2.600 clientes.

Tecnologia

A tecnologia que tira a gestão patrimonial da planilha

Todo o processo é sustentado por uma stack própria, usada nos projetos do mundo inteiro. A coleta em campo é feita com RFID UHF - leitura em massa, sem linha de visada, de centenas de itens por minuto, com versões on-metal para superfícies metálicas - combinada com QR Code e código de barras onde fazem mais sentido econômico. O resultado chega à Actvos Web, a plataforma CPCON de gestão patrimonial: inventário digital com trilha completa, dashboard em tempo real com o avanço da contagem e da conciliação, relatórios gerenciais de sobras, faltas e divergências, e aplicativo mobile que opera offline em campo e sincroniza sozinho.

A camada de inteligência artificial acelera o trabalho mais caro do processo - a conciliação: sugere correspondências entre o físico e o contábil, aponta anomalias e aprende com as decisões do time. E a integração com SAP, Oracle, TOTVS e IBM (mais de 700 projetos com integração direta ao SAP) garante que a base saneada não morre numa planilha: ela atualiza o ERP, por integração direta, API ou importação assistida. Conheça em detalhe em sistemas, softwares e ferramentas.

História e liderança

Mais de 30 anos construindo a liderança em gestão patrimonial

A CPCON nasceu no Brasil há mais de três décadas, quando controle patrimonial ainda era sinônimo de prancheta e etiqueta datilografada. Crescemos junto com a profissionalização da contabilidade brasileira: acompanhamos a Lei 6.404 na prática, atravessamos a convergência ao IFRS ao lado dos nossos clientes e fomos pioneiros na aplicação de RFID em inventários de grande escala no país. O que começou como uma consultoria de inventário tornou-se um grupo global de gestão patrimonial e de ativos, com operação em 15 países e projetos entregues em 5 continentes - sempre com o mesmo modelo de negócio.

A liderança se mede em quem confia no trabalho: Petrobras, Vivo, Vale, Natura, O Boticário, Ipiranga, Pfizer, Hydro e mais de 40% das empresas do índice Bovespa já passaram pela nossa metodologia. A equipe reúne especialistas com formação nas maiores firmas de auditoria do mundo - Deloitte, PwC, EY, KPMG - e engenheiros de avaliação que assinam laudos aceitos por auditores, bancos e tribunais de contas.

Anos 1990

Fundação no Brasil, foco em inventário físico e controle patrimonial para grandes empresas.

Anos 2000

Consolidação na consultoria patrimonial e contábil; projetos de adequação à Lei 6.404 e preparação para a convergência IFRS.

Anos 2010

Pioneirismo em RFID aplicado a inventário em escala e início da expansão internacional, levando o modelo brasileiro para fora.

Hoje

15 países, 5 continentes, quase 2.600 clientes e mais de 4.500 projetos - com IA, plataforma própria e o mesmo padrão de entrega em qualquer lugar do mundo.

Por setor

Onde a gestão patrimonial dói em cada setor - e como resolvemos

Indústria

Plantas com dezenas de milhares de itens, máquinas compostas por componentes de vidas distintas e paradas de produção que encarecem qualquer contagem. O RFID reduz o tempo de inventário em campo e a descomponentização coloca a depreciação no lugar - com efeito direto no custo do produto e no resultado.

Varejo e redes

Centenas de lojas, mobiliário e equipamentos que se movem entre unidades sem registro, aberturas e reformas constantes. Padronizamos a máscara patrimonial da rede inteira e executamos o inventário por ondas, loja a loja, sem parar a operação.

Saúde

Equipamentos médicos de alto valor, rastreabilidade exigida por acreditações e comodatos de fabricantes misturados ao parque próprio. O inventário separa o que é seu do que é de terceiros e amarra cada equipamento a responsável e localização.

Financeiro

Agências e escritórios distribuídos, alto giro de TI e exigências de controles internos (SOX para subsidiárias e listadas). Entregamos trilha de auditoria por bem e conciliação pronta para o auditor - em todas as unidades, com o mesmo padrão.

Energia e utilities

Ativos de infraestrutura de longa vida, regulação setorial com base de remuneração regulatória e componentização intensiva (subestações, redes, geração). Unimos inventário físico, laudos de vidas úteis e abertura por componente aceita por reguladores e auditores.

Logística e transporte

Frotas, empilhadeiras, racks e ativos que circulam entre armazéns e clientes. Portais RFID registram movimentação automaticamente e o sistema mantém a localização viva - sem depender de apontamento manual.

Educação e serviços

Campi e escritórios com mobiliário e TI pulverizados, alta rotatividade de responsáveis e doações/comodatos sem registro. O termo de responsabilidade por bem e o inventário cíclico devolvem a disciplina patrimonial.

Setor público

Inventário anual obrigatório (Lei 4.320/64), reavaliação conforme MCASP/NBC TSP e cobrança dos tribunais de contas. Executamos o ciclo completo - inventário, reavaliação, conciliação e laudo - no padrão exigido pelo controle externo.

Checklist

Os 8 erros de gestão patrimonial que mais encontramos no Brasil

Depois de milhares de projetos, os mesmos erros aparecem em empresas de todos os portes. Se você reconhecer dois ou mais na sua operação, é hora de agir - cada um deles tem efeito direto no resultado, no imposto ou na auditoria.

1

Usar a taxa fiscal como vida útil contábil

A Receita aceita 10% ao ano para máquinas - mas o CPC 27 exige a vida útil real da sua operação. A diferença distorce o resultado e desprotege a empresa na auditoria.

2

Controlar o imobilizado em planilha

Sem trilha de alterações, sem responsável por bem e sem integração com o ERP, a planilha envelhece no dia seguinte ao inventário.

3

Deixar ativos fantasmas no balanço

Bens vendidos, sucateados ou perdidos que continuam registrados inflam a base de depreciação, o seguro e o imposto - e derrubam a assertiva de existência na auditoria.

4

Ignorar a descomponentização

Edifícios e máquinas registrados como bolo único depreciam errado. Componentes relevantes com vidas próprias devem ser abertos e depreciados separadamente.

5

Não revisar vidas úteis e valor residual anualmente

O item 51 do CPC 27 exige a revisão a cada exercício - auditor pergunta, e "usamos a mesma taxa desde 2015" não é resposta.

6

Misturar bens próprios e de terceiros

Comodatos, arrendamentos e bens de clientes dentro do parque sem segregação contaminam o balanço e o teste de impairment.

7

Capitalizar reformas como despesa (ou o contrário)

Substituição de componente é baixa + capitalização; manutenção recorrente é despesa. Errar a fronteira distorce EBITDA e imposto.

8

Fazer inventário uma vez e parar

Sem rotina cíclica, termo de responsabilidade e governança de movimentações, a base volta a degradar em 12-18 meses.

Dúvidas sobre gestão patrimonial

As perguntas que mais ouvimos de diretores financeiros e controllers.

O que é gestão patrimonial e o que ela inclui?
Gestão patrimonial é o conjunto de processos que mantém o patrimônio (ativos fixos/imobilizado) de uma empresa identificado, localizado, valorado e conciliado com a contabilidade. Inclui o inventário físico dos bens, a etiquetagem com número patrimonial único (RFID, QR Code ou código de barras), o cadastro em software ou no módulo de imobilizado do ERP, a conciliação físico-contábil conforme o CPC 27, a avaliação a valor justo quando necessária e a rotina de inventário periódico. O objetivo é ter uma base de ativos confiável e auditável, que sustente o balanço, reduza perdas e suporte decisões de investimento.
Qual a diferença entre gestão patrimonial e controle patrimonial?
Na prática os termos se sobrepõem, mas há uma distinção útil: controle patrimonial é a operação contínua de saber o que a empresa tem, onde está e quem responde por cada bem - o registro vivo do patrimônio. Gestão patrimonial é mais amplo: além do controle, abrange a avaliação dos ativos, a conformidade contábil (CPC 27, depreciação, impairment), a governança e a tomada de decisão sobre o ciclo de vida dos bens. A CPCON entrega os dois de forma integrada: implanta o controle e o mantém dentro de uma estratégia de gestão patrimonial.
Quanto tempo leva para implantar a gestão patrimonial?
Depende do volume de ativos e da quantidade de unidades. Um projeto típico segue quatro fases: diagnóstico (1–2 semanas), inventário e etiquetagem em campo (de 2 semanas a alguns meses conforme o número de bens e filiais), carga e conciliação físico-contábil (2–4 semanas) e go-live com definição da rotina periódica. Projetos de uma única planta com poucos milhares de ativos ficam entre 6 e 10 semanas; redes com dezenas de unidades são executadas por ondas, com cronograma dedicado. A CPCON dimensiona o prazo no diagnóstico, antes de qualquer compromisso.
A gestão patrimonial atende ao CPC 27 e à Lei 6.404?
Sim. A conciliação físico-contábil é o coração do serviço: o saldo físico levantado em campo é cruzado com o saldo contábil do imobilizado, as divergências são tratadas e documentadas, e o resultado serve de base para depreciação, vida útil, valor residual, impairment (CPC 01) e a apresentação das demonstrações conforme a Lei 6.404/76 e o CPC 27 (Ativo Imobilizado). Entregamos laudo técnico e trilha de auditoria por bem, o que sustenta o fechamento do balanço sem ressalva e atende a auditorias internas e externas (incluindo Big Four).
A CPCON faz a gestão patrimonial de empresas com várias filiais e estados?
Sim - é um dos pontos fortes. A CPCON padroniza a máscara de numeração patrimonial, as categorias e os centros de custo para todas as unidades, e executa o inventário por ondas com equipe própria em campo nos diferentes estados. A consolidação contábil é centralizada num único sistema, com inventário recorrente por unidade. São 30 anos de operação e quase 2.600 clientes, com projetos em redes bancárias, varejo com centenas de lojas, indústria e setor público em todo o Brasil - e operação em 15 países, nos 5 continentes.
O que é descomponentização de ativos e quando ela é obrigatória?
Descomponentização (ou componentização) é a exigência do CPC 27 de registrar e depreciar separadamente cada parte de um ativo que tenha custo significativo e vida útil própria - a estrutura de um edifício dura 50 anos, mas a cobertura, os elevadores e o sistema de climatização têm ciclos bem menores. Ela é obrigatória sempre que os componentes forem relevantes em relação ao custo total do bem, o que na prática alcança edifícios, plantas industriais, frotas, aeronaves, subestações e data centers. A CPCON identifica os componentes no inventário físico, fundamenta vidas úteis em estudo técnico de engenharia e entrega a abertura contábil pronta para o razão e para a auditoria.
Qual a diferença entre vida útil contábil (CPC 27) e taxa fiscal de depreciação?
A taxa fiscal (IN RFB 1700/2017 - por exemplo, 10% ao ano para máquinas, 20% para veículos e informática, 4% para edifícios) vale apenas para apurar IRPJ/CSLL. A vida útil contábil deve refletir o uso econômico real do bem na sua operação, estimada tecnicamente e revisada a cada exercício (item 51 do CPC 27). Quando as duas diferem - e quase sempre diferem -, a empresa controla a diferença em subcontas e ajustes no e-Lalur, preservando o benefício fiscal sem distorcer o resultado societário. Usar a taxa fiscal como vida útil contábil é um dos erros mais apontados por auditorias no Brasil.
Quando a empresa precisa fazer teste de impairment (CPC 01)?
Sempre que houver indício de que o valor contábil de um ativo não é recuperável: capacidade ociosa relevante, dano físico, obsolescência tecnológica, planos de descontinuação, queda de desempenho ou mudanças adversas de mercado. Havendo indício, compara-se o valor contábil com o valor recuperável (o maior entre valor justo líquido de despesas de venda e valor em uso); se o contábil for maior, reconhece-se a perda no resultado. O inventário físico é o radar desses indícios - é ele que revela máquinas paradas, linhas desativadas e bens deteriorados que a base contábil não mostra.
Somos subsidiária de multinacional - a CPCON atende exigências SOX e US GAAP?
Sim. A CPCON opera em 15 países com o mesmo modelo de negócio e atende subsidiárias de grupos estrangeiros no Brasil há décadas: estruturamos a base de ativos para responder simultaneamente ao BR GAAP/IFRS local e ao reporte da matriz (US GAAP/IFRS), com controles de existência e movimentação no padrão exigido pela Sarbanes-Oxley. Os laudos e trilhas de auditoria saem no formato que as Big Four esperam, em português e inglês quando necessário.
A CPCON atende órgãos públicos (Lei 4.320/64, MCASP e NBC TSP)?
Sim. Executamos inventário anual obrigatório, reavaliação, depreciação e conciliação patrimonial para órgãos públicos e estatais conforme a Lei 4.320/64, o MCASP e as NBC TSP, com laudos aceitos por tribunais de contas. A mesma tecnologia dos projetos corporativos - RFID, plataforma e trilha de auditoria por bem - é aplicada ao patrimônio público.
Por que contratar uma empresa global de gestão patrimonial em vez de um fornecedor local?
Porque você recebe o processo já maduro: benchmarks internacionais de vidas úteis por setor, metodologia validada por auditorias Big Four em dezenas de jurisdições, tecnologia RFID e IA amortizada em escala global, ponte entre BR GAAP, IFRS e US GAAP, e capacidade de atender operações multi-país com consolidação. A CPCON entrega isso com raiz brasileira - mais de 30 anos no país - e a credibilidade de quem atende Natura, O Boticário e 40% das empresas do índice Bovespa. Nosso maior certificado é a satisfação de quase 2.600 clientes.

Peça um diagnóstico de gestão patrimonial

Resposta em até 1 dia útil. Sem compromisso.

Ao enviar, você concorda com nossa política de privacidade e o tratamento de dados conforme LGPD.

Cases reais

Gestão patrimonial entregue em empresas líderes

Resultados comprovados em projetos com Petrobras, Vale, O Boticário, Vivo, Pfizer, Hospital Sírio-Libanês e outras 60+ empresas.

Case CPCON Vale S/AEnergia
Vale S/A

Vale S/A – Implantação de Solução Automatizada de Gestão de Ativos

  • Solução automatizada de gestão de ativos implantada
  • Projeto vigente por 16 meses (Mar/2014 a Jul/2015)
  • Supervisão pelo Diretor Executivo da Vale
Ver case completo
Case CPCON PetrobrasEnergia
Petrobras

Petrobras – Inventário de Ativos em Refinarias

  • 100% de precisão no inventário
  • 40% de redução no tempo de levantamento
  • Zero divergências contábeis
Ver case completo
Case CPCON Vivo – Telefônica Brasil S/ATelecomunicações
Vivo – Telefônica Brasil S/A

Vivo – Gestão Patrimonial e Controle de Ativos da Maior Operadora do Brasil

  • Inventário físico completo em toda a rede nacional
  • Revisão e higienização dos cadastros PDM realizada
  • Base de dados saneada conforme resoluções da ANATEL
Ver case completo
30 anos · quase 2.600 clientes · 15 países

Coloque o patrimônio da sua
empresa sob controle

Inventário, etiqueta, sistema e conciliação CPC 27 - entregues juntos e amarrados ao seu ERP. A CPCON implanta a gestão patrimonial e a mantém viva ao longo do tempo.