IlustraçãoPlaqueta de patrimônio em alumínio
Máquinas, equipamentos e ambientes industriais.
Valor sob consulta
CPCON / Etiquetas patrimoniais e RFID
Plaquetas de alumínio, etiquetas de poliéster, QR Code e tags RFID para metal. Fornecimento, aplicação e vínculo ao cadastro do bem.
Tipos de etiqueta patrimonial
O valor de cada tipo e modelo é definido na cotação, conforme volume, dimensões, personalização e aplicação.
IlustraçãoMáquinas, equipamentos e ambientes industriais.
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IlustraçãoTI, mobiliário e escritório.
Valor sob consulta
IlustraçãoBens com risco de troca da etiqueta, como notebooks.
Valor sob consulta
Foto do produtoSuperfícies metálicas.
Valor sob consulta
Ver os 16 modelos
Foto do produtoIndicada para: prateleiras, racks, máquinas e contêineres.
Foto do produtoIndicada para: estruturas externas, ferramentas e cilindros.
Foto do produtoIndicada para: inspeção com celular: extintores, hidrantes e válvulas.
Foto do produtoIndicada para: fornos, estufas, moldes, motores e compressores.
Foto do produtoIndicada para: ferramentas manuais, instrumentos e moldes.
Foto do produtoIndicada para: servidores, racks, armários e painéis.
Foto do produtoIndicada para: arquivos, estoque e documentos em armários de aço.
Envie fotos dos bens e a quantidade. A CPCON indica o material e a fixação.
Pedir cotaçãoFalar no WhatsAppComo escolher
Comece pela superfície do bem e pela forma de leitura.
Qual item foi lido?
O que falta ou sobra?
Zona ou coordenada?
Calor ou impacto pedem sensor.
RTLS é o sistema de localização em tempo real: dispositivos, infraestrutura e software, não um tipo de etiqueta.
Tecnologias
O leitor alimenta a tag. Sem bateria.
A tag transmite com bateria própria.
A bateria alimenta o chip; a comunicação depende do leitor.
Matriz comparativa
Abra uma linha para ver frequência, alcance, infraestrutura e limites.
Sim Parcial ou condicionado Não* Faixas de referência; validar no piloto.
Aplicações
UHF on metal ou etiqueta com inlay, lida por coletor móvel.
Exemplo para metal: modelo 15UHF para inventário; BLE para zona quando necessário.
Exemplo para metal: modelo 11LoRa ou GPS no subconjunto de maior valor; UHF nas passagens.
Exemplo para metal: modelo 02UWB apenas onde a coordenada fina se justifica.
Hardware e integração
Inventário de sala e corredor.
Doca, porta e corredor.
Presença contínua no local.
BLE, UWB ou LoRa na camada ativa.
Validação
Fixo, móvel, estoque, externo e crítico.
No metal e no líquido do cliente.
Uma doca, um andar ou um almoxarifado.
Leitura, tempo, não lidos e falsos positivos.
Aplicação, cadastro, integração e treinamento.
Mesma área, antes e depois.
únicos lidosesperados
Físico contra sistema.
Não lidos, fora da zona e direção.
Custo total
O preço da tag é só uma parte. Compare tudo no mesmo horizonte.
Tags, leitores, software e integração.
Exceções, licenças e cadastro.
Reposição de tags e baterias.
Medido no piloto, sem economia presumida.
Perguntas frequentes
São nomes para o mesmo identificador, que liga cada bem a um código único no cadastro. Placa ou plaqueta de patrimônio costuma indicar o modelo rígido de alumínio. Etiqueta abrange poliéster, void, QR Code e tags RFID.
O valor depende do material, do volume, das dimensões, da personalização e da aplicação em campo. A CPCON envia a cotação após entender o parque de bens e o ambiente de uso.
Sim. A CPCON faz a aplicação em campo (emplaquetamento), vincula cada etiqueta ao cadastro do bem e pode integrar o trabalho ao inventário de ativos fixos.
Sim, com construção própria para metal (on metal). Modelos comuns perdem desempenho. Montagem, curvatura e orientação devem ser testadas no próprio item.
UHF (RAIN RFID) lê vários itens a distância e é a base dos inventários. HF opera em 13,56 MHz para leitura de proximidade. NFC faz parte do HF e funciona com celulares compatíveis.
Não por si só. A leitura informa que a tag foi vista naquele ponto e horário. Portais registram passagens e presença em zonas; coordenada contínua exige uma camada de localização (RTLS).
Não há um número único. Depende de leitor, antenas, tags, velocidade de passagem e zona. No piloto, a CPCON mede itens esperados, lidos, duplicados e leituras indevidas.
Em geral, não. UHF passivo identifica e conta sem bateria. BLE acrescenta presença em zona ou localização. Um ativo pode usar as duas, com uma identidade única no cadastro.
Raramente para o estoque inteiro. Contar e registrar movimentações cabe ao UHF ou ao código de barras. UWB se justifica no subconjunto que exige posição fina.
Não. A tag guarda um identificador que aponta para o registro no sistema. Descrição, centro de custo, responsável e histórico ficam na base de gestão, integrada ao ERP.
Sim. A mesma etiqueta pode ter número visível, código de barras ou QR Code e um inlay RFID, todos associados ao mesmo registro.
Fale com a CPCON
Conte quais bens precisam de identificação e onde ficam. A CPCON responde com a especificação e a proposta.
As faixas da matriz são referências de triagem, não medições da CPCON nem garantia de equipamento.