Avaliação Técnica de Ativos
CPC 46 · IFRS 13 · NBR 14.653 · IAS 36 · CPC 15

Laudo de Avaliaçãode AtivosNBR 14653, CPC 46 e IFRS 13, aceito por Big 4

Laudos técnicos especializados para reavaliação, impairment, seguros e M&A. Metodologias reconhecidas internacionalmente — CPC 46, IFRS 13, NBR 14.653 — para determinar o valor justo de ativos tangíveis e intangíveis.

+450
Laudos Emitidos
R$ 80bi+
em Ativos Avaliados
+30
Anos de Experiência
100%
Aceitos por Big Four
Conceito Fundamental

O Que é Avaliação Técnica de Ativos?

A avaliação técnica de ativos é o processo de determinar o valor justo de mercado de bens patrimoniais — tangíveis e intangíveis — com base em metodologias reconhecidas internacionalmente e fundamentação técnica defensável.

No Brasil, o mercado de avaliação é regulado por normas como a NBR 14.653 (ABNT) para imóveis, o CPC 46 / IFRS 13 para mensuração a valor justo e o CPC 01 / IAS 36 para impairment — cada uma com requisitos específicos de metodologia e documentação.

Diferente da simples depreciação contábil, a avaliação técnica considera estado físico real, obsolescência tecnológica, condições de mercado e capacidade de geração de valor — resultando em laudos que refletem a realidade econômica do ativo.

Valor Justo vs. Valor Contábil

O valor contábil (custo histórico menos depreciação) raramente reflete o valor econômico real. A avaliação técnica determina o valor justo — o preço em uma transação entre partes independentes e bem informadas.

Hierarquia de Valor Justo (CPC 46)

O CPC 46 / IFRS 13 define 3 níveis: Nível 1 (preços de mercado observáveis), Nível 2 (dados observáveis indiretamente) e Nível 3 (premissas não observáveis). A maioria dos ativos industriais é Nível 3.

Laudos Aceitos por Auditores Big Four

Nossos laudos seguem os padrões exigidos por Deloitte, PwC, KPMG e EY — com memória de cálculo completa, premissas documentadas e conclusões fundamentadas em normas vigentes.

Guia do laudo

Tipos de Laudo de Avaliação — e Quando Cada Um é Exigido

Cada finalidade (auditoria, IFRS, SPED, garantia) pede um laudo com fundamentação específica. Escolher o tipo errado é o que faz laudo ser recusado em diligência.

Laudo de avaliação patrimonial

Determina o valor de reposição e o valor em uso dos bens do ativo imobilizado, com conciliação à contabilidade.

Quando é exigido: Exigido quando o balanço precisa refletir o valor real do imobilizado: fechamento anual auditado, reavaliação de ativos e saneamento da base depreciável.

Laudo de valor justo (CPC 46 / IFRS 13)

Hierarquia de valor justo nível 1–3, premissas de mercado documentadas e memória de cálculo para a diligência da auditoria.

Quando é exigido: Exigido em mensurações a valor justo: instrumentos financeiros, propriedades para investimento (CPC 28), PPA em combinações de negócio (CPC 15) e demonstrações IFRS.

Laudo de impairment (CPC 01 / IAS 36)

Teste de recuperabilidade com valor em uso (fluxos descontados, WACC pré-imposto) e valor justo líquido de venda.

Quando é exigido: Obrigatório anualmente para goodwill e intangíveis de vida indefinida, e para qualquer ativo com indício de perda de valor.

Laudo de vida útil e depreciação

Estimativa técnica de vida útil remanescente por classe de ativo, assinada por engenheiro habilitado (CREA/ART).

Quando é exigido: Exigido quando a taxa contábil diverge da realidade operacional — o CPC 27 manda revisar vida útil e valor residual anualmente, e a Receita glosa taxas sem lastro técnico.

Laudo para M&A, garantias e seguros

Avaliação independente de tangíveis e intangíveis para suportar negociação, colateral e cobertura segurada.

Quando é exigido: Exigido em fusões, aquisições e cisões (due diligence), contratação de garantias bancárias e apólices de seguro de ativos.

Situação × Norma aplicável × O que o laudo precisa ter

SituaçãoNorma aplicávelO que o laudo precisa ter
Auditoria externaNBC TG 27 / CPC 27Memória de cálculo e evidência de inspeção física
IFRS valor justoCPC 46 / IFRS 13Premissas documentadas e hierarquia de inputs
ImpairmentCPC 01 / IAS 36Fluxo de caixa descontado e taxa de desconto justificada
Vida útil e depreciaçãoNBC TG 27, §§ 50 a 59Análise técnica por classe de bem
Garantia bancária e segurosNBR 14653Avaliação física documentada com fotos

O que o auditor procura num laudo

Memória de cálculo

Cada número reproduzível por terceiro: fórmulas, índices e critérios declarados.

Evidência física da inspeção

Data da vistoria, fotos e identificação de quem esteve no local.

Premissas justificadas

Vida útil, taxa de desconto e comparáveis com fundamento técnico explícito.

Assinatura habilitada

Profissional registrado (CREA/ART ou CRECI/IBAPE) na especialidade do bem.

Data e validade

Data de referência clara e prazo de validade compatível com a finalidade.

Rastreabilidade das fontes

Cotações, amostras de mercado e documentos de aquisição identificados.

O Laudo em 4 Passos

1

Escopo

Finalidade do laudo, ativos envolvidos e metodologia — com proposta fechada em 24h.

2

Inspeção

Vistoria técnica in loco: estado de conservação, obsolescência e dados de campo.

3

Cálculo

Metodologias aplicadas com memória de cálculo completa e premissas documentadas.

4

Entrega com prazo

Laudo assinado com ART, revisão sênior independente e cronograma garantido em contrato.

Marco Regulatório Brasileiro

Normas de Avaliação que Impactam
Empresas de Todos os Portes no Brasil

Do MEI à multinacional — cada porte tem obrigações específicas de avaliação e mensuração de ativos

Pequenas Empresas
Até R$ 4,8 mi/ano
Normas Aplicáveis
NBC TG 1000IFRS para PMEs — simplificado
NBC TG 27Ativo imobilizado básico
RFB TabelaDepreciação fiscal obrigatória
Quando Avaliar
Avaliação para fins de seguro
Laudo para garantia bancária
Avaliação em dissolução societária

Muitas PMEs usam apenas a tabela RFB — erro que pode custar caro em seguros e crédito.

Médias Empresas
R$ 4,8 mi – R$ 300 mi/ano
Normas Aplicáveis
CPC 27Ativo imobilizado completo
CPC 46Mensuração a valor justo
NBR 14.653Avaliação de imóveis ABNT
Quando Avaliar
Reavaliação para fins contábeis
Laudo para captação de crédito
Avaliação em M&A e fusões

Empresas de médio porte em crescimento frequentemente precisam de laudos para captação junto a bancos de desenvolvimento (BNDES, BNB).

Grandes Empresas
Acima de R$ 300 mi/ano
Normas Aplicáveis
CPC 01Impairment test obrigatório
CPC 15Combinações de negócios (PPA)
IFRS 13Valor justo internacional
Quando Avaliar
Impairment test anual (CPC 01)
PPA em aquisições (CPC 15)
Laudo para auditores externos

Empresas de grande porte auditadas por Big Four precisam de laudos de avaliação independentes para suportar os valores no balanço.

Companhias Abertas
Listadas na B3 / CVM
Normas Aplicáveis
IFRS CompletoAdoção obrigatória desde 2010
CVM InstruçãoLaudos para operações CVM
SUSEPAvaliação para seguros grandes riscos
Quando Avaliar
Laudo de avaliação para OPA/OPV
Avaliação de ativos para CVM
Laudos para seguros de grandes riscos

A CVM exige laudos de avaliação independentes em operações de fechamento de capital, incorporações e alienações de ativos relevantes.

NBR 14.653

Avaliação de Bens — ABNT

Norma brasileira que regulamenta a avaliação de imóveis urbanos, rurais, empreendimentos e máquinas/equipamentos. Obrigatória para laudos de imóveis no Brasil.

Parte 1: Procedimentos gerais
Parte 2: Imóveis urbanos
Parte 3: Imóveis rurais
Parte 5: Máquinas, equipamentos e instalações
CPC 46 / IFRS 13

Mensuração a Valor Justo

Define valor justo como o preço de saída em uma transação ordenada entre participantes do mercado. Estabelece a hierarquia de 3 níveis para mensuração.

Nível 1: Preços cotados em mercados ativos
Nível 2: Dados observáveis indiretamente
Nível 3: Premissas não observáveis
Divulgações obrigatórias em notas explicativas
CPC 01 / IAS 36

Redução ao Valor Recuperável

Exige que empresas testem anualmente se o valor contábil dos ativos é recuperável. Quando não é, deve ser reconhecida uma perda por impairment.

Identificação de indicadores de impairment
Cálculo do valor em uso (FCD)
Determinação do valor justo menos custos
Reconhecimento e reversão de perdas
Abordagens Técnicas

As 4 Metodologias de Avaliação
Utilizadas no Mercado Brasileiro

Cada tipo de ativo exige uma abordagem específica — a escolha errada da metodologia é um dos erros mais comuns e custosos

Custo de Reposição

CPC 46 / IFRS 13
Quando Aplicar

Máquinas, equipamentos, instalações industriais, imóveis especializados

Como Funciona

Determina o custo de substituir o ativo por outro de capacidade equivalente, deduzindo depreciação física, obsolescência funcional e obsolescência econômica.

Contexto no Mercado Brasileiro

Metodologia mais utilizada no Brasil para avaliações de ativos fixos industriais e laudos para fins de seguro. Exigida pela SUSEP para seguros de grandes riscos.

Exemplos de Aplicação
Plantas industriais e refinarias
Equipamentos médicos hospitalares
Infraestrutura de energia e saneamento
Imóveis industriais especializados
Vantagens
Amplamente aceito por auditores e seguradoras
Ideal para ativos sem mercado secundário ativo
Reflete o custo real de reposição da capacidade produtiva
Limitações
Não captura valor econômico gerado pelo ativo
Requer pesquisa de mercado atualizada de equipamentos
Diagnóstico do Mercado

Os 6 Erros Mais Comuns na Avaliação
de Ativos no Brasil

Erros identificados em auditorias e revisões de laudos — com impacto direto no balanço, nos seguros e nos processos de M&A

01

Usar a Tabela da Receita Federal como Valor de Mercado

O erro mais frequente no Brasil: confundir a taxa de depreciação fiscal (tabela RFB) com o valor econômico real do ativo. A tabela da Receita Federal define apenas o prazo de dedução fiscal — não reflete vida útil econômica, estado de conservação ou valor de mercado.

Impacto

Ativos avaliados com desvio de 40–300% do valor real de mercado

Exemplo Prático

Uma máquina CNC com 8 anos de uso pode estar 100% depreciada pela tabela RFB, mas valer R$ 800.000 no mercado secundário.

02

Não Considerar Obsolescência Tecnológica e Funcional

Avaliar apenas o estado físico do ativo sem considerar a obsolescência tecnológica (equipamento ultrapassado) e funcional (não atende mais às necessidades operacionais). Comum em avaliações de TI, automação e equipamentos médicos.

Impacto

Superavaliação de ativos tecnológicos em 60–200%

Exemplo Prático

Um servidor de dados adquirido por R$ 500.000 em 2018 pode ter valor de mercado próximo a zero em 2025 por obsolescência tecnológica.

03

Aplicar Metodologia Inadequada para o Tipo de Ativo

Usar Custo de Reposição para ativos que deveriam ser avaliados por Fluxo de Caixa Descontado (como marcas e carteiras de clientes), ou usar Comparação de Mercado em ativos únicos sem comparáveis disponíveis.

Impacto

Laudos contestados por auditores e órgãos reguladores

Exemplo Prático

Avaliar a marca de uma empresa pelo custo de criação (design + registro) em vez do valor econômico gerado — pode subavaliar em 10x.

04

Ignorar o Contexto de Uso na Avaliação de Imóveis Industriais

Avaliar imóveis industriais como se fossem imóveis comerciais genéricos, sem considerar especificidades como pé-direito, capacidade de carga do piso, sistemas de utilidades instalados e localização logística.

Impacto

Subavaliação de 20–45% em imóveis industriais especializados

Exemplo Prático

Um galpão logístico com piso de alta resistência, docas e sistema de sprinklers vale significativamente mais que um galpão padrão de mesma área.

05

Não Atualizar Laudos para Fins de Seguro

Manter laudos de avaliação para fins de seguro desatualizados por anos, sem considerar inflação, valorização de mercado e melhorias realizadas. Em caso de sinistro, a seguradora paga com base no laudo — não no valor real.

Impacto

Sub-seguro médio de 35–60% em empresas industriais brasileiras

Exemplo Prático

Uma planta industrial avaliada em R$ 50 mi em 2019 pode valer R$ 90 mi em 2025 — o sub-seguro representa R$ 40 mi de exposição não coberta.

06

Desconsiderar Ativos Intangíveis em Processos de M&A

Em fusões e aquisições, muitas empresas brasileiras avaliam apenas os ativos tangíveis, ignorando intangíveis como marca, carteira de clientes, contratos de longo prazo e tecnologia proprietária — que frequentemente representam 40–70% do valor real.

Impacto

Subavaliação de 40–70% do valor real em empresas de serviços e tecnologia

Exemplo Prático

Uma empresa de software com receita recorrente de R$ 10 mi/ano pode ter valor de mercado de R$ 50–80 mi — muito além do valor dos ativos físicos.

Escopo de Atuação

Tipos de Ativos que Avaliamos

Expertise técnica em avaliação de ativos tangíveis e intangíveis para todos os setores da economia

Máquinas e Equipamentos

  • Equipamentos industriais e de produção
  • Máquinas CNC e centros de usinagem
  • Equipamentos médico-hospitalares
  • Sistemas de automação e robótica
  • Equipamentos de mineração e construção
NBR 14.653-5 · CPC 46

Imóveis e Infraestrutura

  • Imóveis comerciais e industriais
  • Galpões logísticos e armazéns
  • Plantas industriais e refinarias
  • Infraestrutura de energia e saneamento
  • Obras civis e benfeitorias
NBR 14.653-1/2/3 · ABNT

Ativos Intangíveis

  • Marcas e nomes comerciais
  • Patentes e tecnologia proprietária
  • Software e sistemas desenvolvidos
  • Carteiras de clientes e contratos
  • Goodwill e fundo de comércio
CPC 04 · CPC 15 · IFRS 3

Veículos e Frotas

  • Frotas de veículos leves e pesados
  • Caminhões e equipamentos de transporte
  • Aeronaves e embarcações
  • Equipamentos off-road e agrícolas
  • Veículos especiais e de emergência
NBR 14.653-5 · FIPE/MOLICAR

Energia e Utilities

  • Usinas hidrelétricas e termelétricas
  • Parques eólicos e solares
  • Redes de distribuição elétrica
  • Sistemas de saneamento e água
  • Gasodutos e oleodutos
ANEEL · ANTT · CPC 46

Participações e Empresas

  • Avaliação de empresas para M&A
  • Participações societárias minoritárias
  • Patrimônio líquido a valor justo
  • Avaliação para dissolução societária
  • Laudos para processos judiciais
CPC 15 · CPC 46 · CVM
Prova em campo

A Consultoria por Trás dos Maiores Projetos do Mundo

30 anos de laudos técnicos para indústria, energia, mineração e infraestrutura — aceitos por auditorias Big Four, Receita Federal, CVM e instituições financeiras.

Indústria de alimentos

Desafio: Base de ativos industriais sem laudo atualizado — auditoria questionando valores do imobilizado no fechamento

Resultado: Laudo de avaliação patrimonial emitido com memória de cálculo completa e aceito pela auditoria independente sem ressalvas

Mineradora de grande porte

Desafio: Teste de impairment anual exigindo valor em uso defensável para unidades geradoras de caixa complexas

Resultado: Laudo de impairment aprovado na diligência da Big Four, com premissas e sensibilidade documentadas

Grupo em processo de M&A

Desafio: Due diligence travada por falta de avaliação independente dos ativos tangíveis e intangíveis envolvidos na transação

Resultado: Laudo de valor justo (CPC 46 / IFRS 13) entregue dentro do prazo da transação e aceito pelas partes

Projetos Realizados

+450 Laudos Emitidos para Líderes
do Mercado Brasileiro e Global

De multinacionais a empresas de médio porte — nossos laudos são aceitos por auditores Big Four, seguradoras e órgãos reguladores

J.Macedo
Alimentos · Nacional · Todas as Unidades
J.Macedo
Grupo J.Macedo — Líder em Farinhas e Massas

Grupo J.Macedo

Avaliação Patrimonial Completa — Todas as Unidades do Grupo no Brasil

"O Grupo J.Macedo, um dos maiores produtores de farinhas e massas do Brasil, contratou a CPCON para realizar a avaliação patrimonial completa de todas as suas unidades industriais distribuídas pelo país. O projeto envolveu a avaliação de máquinas, equipamentos, instalações industriais, silos, moinhos e infraestrutura de todas as plantas do grupo, com emissão de laudos técnicos individuais por unidade e consolidado do grupo."

Escopo do Projeto

  • Avaliação de todas as unidades industriais do grupo
  • Máquinas e equipamentos de moagem e produção
  • Silos, armazéns e infraestrutura de armazenagem
  • Instalações elétricas, hidráulicas e de utilidades
  • Imóveis industriais e benfeitorias
  • Laudo consolidado do grupo e por unidade

Finalidade e Entregáveis

  • Laudos técnicos por unidade e consolidado
  • Avaliação para fins contábeis (CPC 27 / CPC 46)
  • Base para renovação de apólices de seguro
  • Suporte para decisões de CAPEX e desinvestimento
  • Documentação para auditores externos
  • Relatório de vida útil remanescente por ativo
CPC 46NBR 14.653-5Custo de ReposiçãoTodas as UnidadesIndústria AlimentíciaLaudo Consolidado

Hydro

Avaliação para Fins de Seguro — Uma das Maiores Empresas de Alumínio do Mundo

"A Hydro, gigante norueguesa do alumínio com operações em mais de 40 países e uma das maiores produtoras de alumínio do mundo, contratou a CPCON para realizar a avaliação de seus ativos industriais no Brasil para fins de seguro. O projeto envolveu a avaliação de plantas de extrusão, laminação e fundição de alumínio, com determinação do Valor de Reposição a Novo (VRN) e do Valor de Mercado em Uso para adequação das apólices de seguro."

Escopo Técnico

  • Avaliação de plantas de extrusão de alumínio
  • Laminadores e equipamentos de fundição
  • Sistemas de tratamento e acabamento
  • Infraestrutura industrial e utilidades
  • Determinação do VRN (Valor de Reposição a Novo)
  • Cálculo do Valor de Mercado em Uso

Resultado para Seguros

  • Laudo aceito pela seguradora internacional
  • Adequação das apólices ao valor real dos ativos
  • Eliminação do sub-seguro identificado
  • Documentação para renovação anual de apólices
  • Relatório de risco para o mercado segurador
  • Conformidade com padrões internacionais SUSEP
Fins de SeguroVRNAlumínioMultinacionalSUSEPCusto de Reposição
Hydro Alumínio
Multinacional Norueguesa · Alumínio
Paramount S/A
Indústria Têxtil · Grupo Empresarial
Paramount S/A

Grupo Paramount S/A

Avaliação do Patrimônio Líquido das Empresas do Grupo

"O Grupo Paramount S/A, grupo empresarial do setor têxtil, contratou a CPCON para realizar a avaliação do patrimônio líquido das empresas do grupo. O projeto envolveu a determinação do valor justo dos ativos líquidos de cada empresa do grupo, com avaliação de ativos tangíveis (máquinas, imóveis, estoques) e intangíveis (marcas, carteiras de clientes), para fins de reestruturação societária e planejamento estratégico."

Escopo do Projeto

  • Avaliação do patrimônio líquido a valor justo
  • Avaliação de ativos tangíveis por empresa
  • Identificação e avaliação de intangíveis
  • Análise de passivos contingentes
  • Laudo consolidado do grupo
  • Relatório de alocação de valor por empresa

Finalidade

  • Reestruturação societária do grupo
  • Base para planejamento estratégico
  • Suporte para negociações com investidores
  • Documentação para auditores externos
  • Avaliação para fins de dissolução parcial
  • Relatório para conselho de administração
Patrimônio LíquidoCPC 46Reestruturação SocietáriaGrupo EmpresarialTêxtilValor Justo
Unimed Uberlândia
Saúde · Uberlândia, MG

Unimed Uberlândia

Avaliação de Ativos Intangíveis

Avaliação de ativos intangíveis da Unimed Uberlândia, incluindo a marca, carteira de beneficiários, contratos com prestadores de serviços médicos e relacionamentos com médicos cooperados. Projeto realizado para fins de reestruturação societária e planejamento estratégico da cooperativa.

Avaliação da marca Unimed Uberlândia
Carteira de beneficiários (VACA — Value of Customer Acquired)
Contratos com rede credenciada de prestadores
Relacionamentos com médicos cooperados
Metodologia: Relief from Royalty + MPEEM
IntangíveisCPC 04MarcaVACACooperativa de Saúde
Veolia S/A
Utilities · Multinacional Francesa

Veolia S/A

Avaliação de Ativos Intangíveis

Avaliação de ativos intangíveis da Veolia S/A no Brasil, líder mundial em serviços ambientais (água, resíduos e energia). O projeto envolveu a avaliação de contratos de concessão, relacionamentos com clientes municipais e tecnologia proprietária de tratamento de água e resíduos para fins de combinação de negócios (CPC 15 / IFRS 3).

Contratos de concessão de serviços públicos
Relacionamentos com clientes municipais
Tecnologia proprietária de tratamento
Licenças e autorizações regulatórias
Metodologia: MPEEM + With-and-Without
IntangíveisCPC 15IFRS 3ConcessõesMultinacionalPPA
+450
Laudos de Avaliação Emitidos

Além dos projetos destacados, a CPCON emitiu mais de 450 laudos técnicos de avaliação para multinacionais, empresas de médio porte e organizações dos mais diversos setores — todos aceitos por auditores externos, seguradoras e órgãos reguladores.

Multinacionais

Laudos para subsidiárias brasileiras de grupos internacionais — aceitos pela matriz e auditores globais

Hydro (Noruega)
Veolia (França)
Grupos europeus e americanos

Médias Empresas

Avaliações para captação de crédito, M&A, seguros e reestruturação societária

Indústrias regionais
Redes de varejo
Empresas de serviços

Fins Judiciais

Laudos periciais aceitos em processos judiciais, arbitragens e dissolução societária

Perícias judiciais
Arbitragem empresarial
Dissolução de sociedades
Nossa Metodologia

Como Conduzimos uma Avaliação Técnica

Processo rigoroso em 6 etapas para garantir laudos precisos, defensáveis e aceitos por auditores

01

Briefing e Escopo

Definição da finalidade do laudo (seguro, M&A, contábil, judicial), identificação dos ativos a avaliar e escolha da metodologia adequada para cada tipo de ativo.

02

Inspeção Física

Vistoria técnica in loco com engenheiros especializados — avaliação do estado de conservação, obsolescência física e funcional, e coleta de dados técnicos.

03

Pesquisa de Mercado

Levantamento de preços de reposição, transações comparáveis, cotações de fornecedores e dados de mercado secundário para fundamentar os valores apurados.

04

Cálculo e Modelagem

Aplicação das metodologias selecionadas com memória de cálculo completa — depreciação física, obsolescência funcional e econômica, e ajustes de mercado.

05

Elaboração do Laudo

Redação do laudo técnico com fundamentação normativa (CPC 46, NBR 14.653, IFRS 13), premissas documentadas, memória de cálculo e conclusões.

06

Revisão e Entrega

Revisão técnica independente por engenheiro sênior, validação das premissas e entrega do laudo assinado com ART (Anotação de Responsabilidade Técnica).

Perguntas Frequentes

Dúvidas sobre Avaliação de Ativos

+450 Laudos Emitidos · Aceitos por Big Four

Precisa de um Laudo Técnico
de Avaliação de Ativos?

Nossa equipe de engenheiros e especialistas em avaliação está pronta para emitir laudos técnicos para fins contábeis, seguros, M&A ou processos judiciais.

Cases reais

Laudos de avaliação aceitos pelas Big Four

Avaliações patrimoniais e a valor justo entregues em projetos de M&A, IPO e PPA — laudos NBR 14653 + CPC 46 aceitos pela auditoria PwC, Deloitte, KPMG e EY.

Case CPCON Caixa Econômica Federal (Governo Federal do Brasil)Financeiro
Caixa Econômica Federal (Governo Federal do Brasil)

Caixa Econômica Federal – O Maior Projeto RFID do Brasil

  • Mais de 2.000.000 ativos inventariados com RFID
  • 5.400+ agências cobertas em todo o território nacional
  • Precisão de 99,8% no inventário
Ver case completo
Case CPCON Grupo Marista (ABEC / APC / UCE)Infraestrutura
Grupo Marista (ABEC / APC / UCE)

Grupo Marista – Implantação de Gestão de Ativos

  • 302.000 itens de bens móveis e imóveis processados
  • 78 unidades cobertas em todo o território nacional
  • Área de terreno: 20.674.367,62 m² e edificações: 291.344,81 m²
Ver case completo
Case CPCON Secretaria de Estado da Educação – Governo do Espírito SantoInfraestrutura
Secretaria de Estado da Educação – Governo do Espírito Santo

Governo do ES – Inventário e Gestão Patrimonial de Bens Públicos

  • 222.568 bens patrimoniais inventariados
  • Mais de 75% dos ativos do Espírito Santo cobertos
  • Cobertura de Prédios Administrativos, Escolas e Almoxarifados
Ver case completo
FAQ

Perguntas Frequentes

Dúvidas comuns de quem avalia o serviço - respondidas direto pela equipe técnica CPCON.

Quanto custa um laudo de avaliação de ativos?
Depende do escopo: quantidade e tipo de ativos, número de unidades/cidades a inspecionar e a finalidade do laudo (contábil, M&A, garantia, judicial). Laudos de ativos específicos (uma máquina, um imóvel) têm escopo enxuto; parques industriais completos são dimensionados por diagnóstico. Após uma conversa de 30 minutos sobre o cenário, a CPCON envia proposta com escopo, prazo e custo fechados em até 24h - sem compromisso.
Quem pode assinar um laudo de avaliação de ativos?
Profissional legalmente habilitado: engenheiro registrado no CREA (com ART - Anotação de Responsabilidade Técnica) para máquinas, equipamentos e instalações industriais, e avaliador registrado no CRECI/IBAPE para imóveis. A CPCON assina todos os laudos com profissional habilitado identificado, ART emitida e metodologia normativa declarada (NBR 14653) - requisitos sem os quais Receita Federal, CVM e auditorias recusam o documento.
Qual a validade de um laudo de avaliação?
O laudo reflete o valor em uma data de referência - não "expira" formalmente, mas perde aderência conforme o mercado e o estado dos ativos mudam. Na prática: auditorias exigem laudo do exercício corrente ou do anterior para fechamento; garantias bancárias e seguros costumam pedir reavaliação a cada 1-3 anos; M&A exige avaliação datada próxima à transação. Recomendamos revisão periódica alinhada ao ciclo de auditoria.
O laudo serve para IFRS / CPC 46 (valor justo)?
Sim. Emitimos laudos com mensuração a valor justo conforme CPC 46 (equivalente ao IFRS 13), com a hierarquia de níveis 1-3 documentada, premissas de mercado explícitas e memória de cálculo aberta para a diligência. São os mesmos laudos que utilizamos em PPA (CPC 15), propriedades para investimento (CPC 28) e impairment (CPC 01) - rotineiramente revisados e aceitos pelas Big Four.
Como começar um laudo de avaliação com a CPCON?
Pelo formulário de contato ou WhatsApp: informe a finalidade (auditoria, M&A, garantia, seguro, fiscal), o tipo e a quantidade de ativos e a localização. Você recebe proposta com escopo, prazo e custo fechados em até 24h. Não é necessário organizar a base antes - o levantamento técnico faz parte do serviço.
O que preciso fornecer para a CPCON elaborar o laudo?
Quatro coisas: acesso à instalação para a inspeção física dos bens; o cadastro do imobilizado ou a lista de bens a avaliar; a documentação de aquisição quando houver (notas fiscais, contratos); e o objetivo do laudo (auditoria, garantia, M&A, seguro ou fiscal), que define a norma e a metodologia aplicáveis. A partir daí a equipe conduz a vistoria, a pesquisa de mercado e a elaboração do documento.
Qual a diferença entre avaliação patrimonial, fiscal e a valor justo?
São três finalidades distintas com metodologias próprias. Avaliação patrimonial (CPC 27 / IAS 16): mensura ativo imobilizado para fins contábeis em demonstrações financeiras - usa custo histórico ou valor reavaliado (raro no Brasil). Avaliação fiscal: estabelece base de cálculo para tributos sobre patrimônio (ITCMD, ITBI, IRPJ em ganho de capital) - orientada por legislação fiscal específica. Avaliação a valor justo (CPC 46 / IFRS 13): determina o preço que seria recebido em transação ordenada entre participantes do mercado - usado em combinação de negócios, IPO, impairment e Purchase Price Allocation (PPA). CPCON entrega laudos para as três conforme o caso de uso.
A NBR 14653 - quais partes aplicam ao meu caso?
A NBR 14653 (Avaliação de Bens) tem oito partes. As mais aplicáveis: NBR 14653-1 (procedimentos gerais - base de toda avaliação); NBR 14653-2 (imóveis urbanos - terrenos, edifícios, salas comerciais); NBR 14653-3 (imóveis rurais - terras nuas, benfeitorias); NBR 14653-4 (empreendimentos - fluxo de caixa descontado de projetos); NBR 14653-5 (máquinas, equipamentos, instalações industriais - comum em manufatura, refinarias, hospitais). Para um patrimônio típico industrial avaliamos via 14653-1 + 14653-2 + 14653-5 combinadas. CPCON usa exclusivamente engenheiros e avaliadores registrados no IBAPE/CRECI/CREA, com laudos auditáveis e precificáveis.
Quando preciso de laudo de avaliação de ativos?
Há sete cenários típicos: (1) M&A (fusão, aquisição, cisão) - laudo justifica preço da operação à CVM/Cade; (2) IPO ou follow-on - exigência da CVM (IN 600 e atualizações); (3) reorganização societária - incorporação reversa, joint ventures; (4) Purchase Price Allocation (PPA) pós-aquisição - alocação do ágio pelos ativos identificáveis (CPC 15); (5) ITBI, ITCMD, IR ganho de capital - base fiscal contestável precisa de laudo independente; (6) reavaliação contábil voluntária - rara no IFRS mas presente em estatutos antigos; (7) sinistro/seguro - apuração de valor segurável e indenização. Cada cenário tem norma e abordagem específica.
Quanto tempo leva uma avaliação de ativos?
Avaliação simples (1 imóvel comercial, máquina pontual, lote de equipamentos): 2 a 4 semanas. Avaliação patrimonial completa de empresa (todos os ativos imobilizados, múltiplas unidades): 6 a 16 semanas dependendo da dispersão geográfica. PPA pós-aquisição (com identificação de intangíveis, ágio, ativos não-contabilizados): 8 a 12 semanas; o prazo precisa fechar até o primeiro fechamento contábil obrigatório pós-deal (geralmente 90 dias). Avaliação a valor justo para impairment test: 3 a 6 semanas em ciclo regular. Cronogramas mais curtos comprometem inspeção física e amostragem técnica - laudo aprovado por auditor ou regulador exige tempo adequado.
Avaliação para fusão e aquisição (M&A) - como CPCON conduz?
O processo M&A da CPCON segue cinco fases: (1) due diligence patrimonial (4–6 semanas) cruzando dados contábeis, fiscais e físicos, identificando ativos não registrados, contingências e ônus reais; (2) avaliação dos ativos identificáveis (4–8 semanas) usando NBR 14653 e CPC 46, separando patrimoniais, intangíveis e contingências; (3) Purchase Price Allocation (PPA) pós-fechamento (4–6 semanas) alocando o preço pago entre ativos e ágio conforme CPC 15/IFRS 3; (4) impairment test inicial (caso ágio seja relevante); (5) implementação do registro contábil/fiscal pós-deal. Equipe sob NDA e protocolo de confidencialidade compatível com sell-side de Big Four.
O laudo de avaliação CPCON é aceito pela CVM, B3, Receita Federal e auditores?
Sim. CPCON emite laudos em conformidade com IBAPE, ABNT NBR 14653 (todas as partes aplicáveis), CPCs (15, 27, 46), IFRS/IAS (3, 16, 13, 36) e instruções CVM (IN 436, 565, 600 e correlatas). Avaliadores responsáveis são registrados no IBAPE/CRECI/CREA conforme natureza do ativo. Para auditoria externa (PwC, Deloitte, KPMG, EY), o laudo CPCON é regularmente aceito como suporte a 100% das principais Big Four - temos casos públicos com clientes auditados pelas quatro. Cada laudo inclui memorial de cálculo, ART/RRT quando aplicável, fotos de inspeção e referenciais de mercado utilizados.

Leitura recomendada