Técnico de TI escaneando etiqueta de ativo em rack de servidores durante inventário de ativos de TI em data center
ITAM · Gestão de Ativos de TI

Inventário de
Ativos de TI
do Físico ao CMDB

Notebooks, servidores, rede, periféricos e licenças: localizamos, etiquetamos e conciliamos cada ativo de tecnologia com o seu CMDB e o seu contábil. Um parque atualizado e auditável, que sustenta os seus requisitos de ISO 27001, SOC 2, LGPD e ITIL.

Descoberta física in loco
Etiquetagem barcode / RFID
Conciliação física × lógica × CMDB
Evidência pronta para auditoria

O que o discovery não vê

E o inventário físico encontra

DesligadoNotebook em gaveta, servidor em estoque
Sem agenteBYOD e shadow IT fora do domínio
Sem IPMonitores, docks e periféricos
FantasmaSucateado que segue "ativo" no CMDB

Ativos de TI e telecom inventariados em redes bancárias, operadoras e datacenters

+2 milhões

30+
Anos de Experiência
4.500+
Projetos Realizados
6
Países com Operação
99%+
Precisão de Identificação
O problema

Seu CMDB diz uma coisa. O parque físico conta outra história.

O inventário de ativos de TI é o levantamento físico, item a item, de todo o hardware e software da empresa — a fundação de qualquer prática de ITAM (IT Asset Management). E é justamente em TI que o parque sai de controle mais rápido:

Shadow IT e BYOD: estimativas de mercado (Gartner) apontam que 30% a 40% do gasto de TI em grandes empresas ocorre fora do controle formal do departamento

Home office dispersou notebooks e monitores por centenas de endereços — sem baixa, sem termo de responsabilidade, sem devolução controlada

Ciclo de vida curto (3–5 anos): cada refresh deixa um rastro de equipamentos em estoque, sucata e doação que ninguém registrou

CMDB desatualizado: registros criados na compra e nunca mais reconciliados com o mundo físico viram passivo em vez de fonte de verdade

O custo é mensurável: a Gartner estima que um programa estruturado de gestão de ativos de TI reduz o custo por ativo em até 30% no primeiro ano. Nos primeiros inventários estruturados que executamos, 5% a 15% dos itens registrados não são encontrados — os chamados ativos fantasmas, que continuam gerando depreciação, seguro e risco de segurança.

Gestão de ativos de TI: parque de tecnologia conciliado com CMDB e sistemas corporativos

Conformidade

ISO 27001 · SOC 2 · LGPD · ITIL 4

O inventário físico é a evidência de campo que sustenta os requisitos de conformidade da sua empresa perante auditores e clientes.

Escopo completo

O que Inventariamos:
do Notebook ao Datacenter

Inventário de hardware e conciliação de software no mesmo projeto: cada categoria com o registro e a identificação adequados ao seu ciclo de vida.

Categorias de ativos de TI cobertas pelo inventário

CategoriaExemplosO que registramosIdentificação indicada
Notebooks e desktopsNotebooks, desktops, workstations, thin clientsSérie, patrimônio, usuário, local, termo de responsabilidadeEtiqueta destrutível / RFID
Servidores e datacenterServidores físicos, storages, racks, no-breaks, KVMsSérie, rack/posição U, ambiente, vínculo a CIs do CMDBEtiqueta on-metal / RFID
Rede e conectividadeSwitches, roteadores, firewalls, access pointsSérie, local físico, porta/andar, status (ativo, reserva)Etiqueta poliéster / RFID
PeriféricosMonitores, impressoras, docks, projetores, headsetsVínculo à posição de trabalho e ao centro de custoPoliéster / QR Code
Software e licençasSistemas operacionais, suítes, SaaS, CALsInstalado × contratado, vínculo ao hardware inventariadoConciliação documental
MobileSmartphones, tablets, coletores de dadosIMEI/série, linha, usuário, MDM × físicoEtiqueta destrutível
IoT / OTSensores, controladores, leitores, equipamentos de chão de fábricaLocal, função, criticidade, responsávelOn-metal / ambiente severo

A identificação física usa nossas etiquetas patrimoniais — destrutíveis para notebooks, on-metal para servidores e racks. Para entender a leitura em massa, veja o artigo etiquetas RFID: como funcionam e aplicações.

Nosso diferencial

Inventário Físico × Lógico × CMDB:
a conciliação é o que vale

Ferramenta de discovery enxerga o lógico. Nós provamos o físico — e devolvemos as três bases conciliadas.

O que a rede enxerga

Inventário lógico

Agentes e varreduras de rede (discovery) listam o que está ligado, conectado e com agente instalado. Rápido e contínuo — mas cego para o que está desligado, em estoque, sem IP ou fora do domínio.

O que existe de verdade

Inventário físico

Visita in loco com identificação item a item: etiqueta única (barcode ou RFID), foto, localização, estado e responsável. É a única forma de provar existência — e é o que fazemos há 30 anos.

O que está registrado

CMDB / contábil

CIs do CMDB, imobilizado contábil, contratos e licenças. Sem reconciliação periódica com o físico, vira repositório de boas intenções: itens duplicados, fantasmas e órfãos.

O diferencial do serviço CPCON é fechar o triângulo: o discovery não enxerga o notebook na gaveta, o servidor desligado no rack nem o monitor sem IP — e o CMDB sozinho não prova nada para o auditor. Nós executamos a descoberta física, cruzamos com o export da sua ferramenta de discovery e devolvemos cada CI amarrado a um ativo etiquetado e a um registro contábil. Uma única fonte de verdade, auditável.

Quantos ativos de TI você tem?

Se a resposta depende de qual sistema você consulta, é hora de conciliar.

Pedir Diagnóstico do Parque
Nossa Metodologia

Como Funciona o
Inventário de TI

Metodologia em 5 etapas, consolidada em 30 anos e 4.500+ projetos de inventário e auditoria de ativos.

01

Planejamento

Escopo, sites e coleta das bases existentes: CMDB/ITSM, export do discovery, AD/Intune/MDM, contábil e contratos de leasing.

02

Descoberta física in loco

Varredura sala a sala, datacenter, estoques de TI e posições de trabalho — incluindo o que está desligado, em gaveta ou em sucata.

03

Etiquetagem

Identificação única por barcode, QR Code ou RFID — destrutível em notebooks, on-metal em servidores — aplicada por equipe própria.

04

Conciliação

Cruzamento físico × lógico × CMDB × contábil, com divergências classificadas e tratadas em trilha auditável.

05

Relatório + governança

Laudo auditável, carga no CMDB/ERP, termos de responsabilidade e rotina de inventário rotativo para o parque não degradar de novo.

Sua empresa precisa deste serviço se…

A auditoria pediu evidência de inventário de ativos (ISO 27001 A.5.9, SOC 2) e o que existe é uma planilha desatualizada
O CMDB foi carregado uma vez e nunca mais reconciliado com o parque físico
O home office dispersou notebooks e monitores sem termo de responsabilidade
Há divergência entre o que o discovery reporta, o que o contábil registra e o que se vê em campo
Um refresh, migração de ITSM ou projeto de segurança exige saber exatamente o que existe e onde
Equipamentos somem sem responsabilização — e ninguém sabe se foi furto, sucata ou transferência

TI + patrimônio no mesmo projeto?

O ativo de TI também é imobilizado: o levantamento pode ser executado junto ao inventário de ativos fixos — uma única visita, duas visões conciliadas (TI e contábil).

Falar com Especialista
Conformidade

A Conformidade que o seu
Inventário de TI Sustenta

Quem certifica a sua empresa é o organismo auditor — o nosso papel é entregar o que o auditor pede: um parque de ativos atualizado, etiquetado e conciliado, com evidência de campo. É assim que ajudamos você a atender cada requisito.

ISO 27001 — controle A.5.9

Inventário de informações e outros ativos associados

O Anexo A exige um inventário de ativos com proprietários definidos e mantido atualizado. Nosso levantamento físico, com responsável e localização por item, é a evidência auditável que serve de base para a sua certificação ISO 27001 — e para mantê-la a cada auditoria de vigilância.

SOC 2

Controle sobre os ativos que processam dados de clientes

Os critérios de serviços de confiança (Trust Services Criteria) pressupõem que você saiba quais ativos sustentam o serviço e quem responde por eles. Prepare seu parque para auditorias SOC 2 com um inventário conciliado e rastreável, pronto para o período de observação.

LGPD — art. 37 e 46

Mapeamento dos ativos que tratam dados pessoais

O registro das operações de tratamento (art. 37) e as medidas de segurança (art. 46) começam por saber em quais equipamentos os dados pessoais vivem. O inventário físico identifica cada notebook, servidor e dispositivo que armazena ou processa dados — insumo direto para o seu RoPA e seu plano de segurança.

ITIL 4 / CMDB

CIs confiáveis para ITAM e Service Configuration Management

As práticas de IT Asset Management e Service Configuration Management do ITIL 4 dependem de uma base de CIs que reflita a realidade. Devolvemos o seu CMDB reconciliado com o mundo físico — e uma rotina de inventário rotativo para que ele não degrade de novo.

30 anos, 4.500+ projetos e operação em 6 países: credibilidade comprovada em trabalhos de inventário e auditoria de ativos para companhias que respondem a auditorias exigentes — bancos, operadoras, indústrias e empresas de tecnologia.

Inventário de equipamentos de TI com etiquetagem e registro patrimonial

Visão 360°

TI + contábil no mesmo dado

A mesma etiqueta responde ao gestor de TI (onde está, com quem) e ao contador (vida útil, depreciação, baixa).

TI dentro do patrimônio

Todo ativo de TI também é imobilizado: vida útil, depreciação e CPC 27

Notebook, servidor e switch não são só CIs do CMDB — são itens do ativo imobilizado, com depreciação, vida útil e baixa regidas pelo CPC 27. Um parque de TI sem inventário gera dois problemas ao mesmo tempo: risco de segurança para o CISO e distorção de balanço para o CFO.

Por isso o inventário de TI da CPCON nasce integrado ao inventário de ativos fixos: a mesma descoberta física alimenta a conciliação físico-contábil, a revisão de vida útil e a baixa fundamentada dos itens sucateados. E quem precisa de rastreabilidade contínua evolui para a implantação de RFID e IoT, com leitura em massa do parque em minutos.

Depreciação correta

Vida útil revisada por categoria de TI (3–5 anos) e baixa fundamentada do que já saiu de operação.

Uma etiqueta, duas visões

O mesmo identificador atende ITAM/CMDB e o controle patrimonial contábil — sem cadastros paralelos.

Base para decisões

Refresh, leasing ou compra: decisões de ciclo de vida calculadas sobre um parque que existe de verdade.

Casos de uso

Inventário de Ativos de TI
por Setor

Cada setor tem o seu mix de ativos, dispersão geográfica e pressão regulatória — a metodologia se adapta a cada um.

Financeiro

Agências, ATMs e datacenters: alta densidade de ativos de TI e exigência permanente de evidências em auditorias SOC 2 e regulatórias.

Saúde

Equipamentos conectados e estações que tratam dados sensíveis: o inventário mapeia onde a LGPD acontece de verdade.

Indústria

TI corporativa + OT de chão de fábrica no mesmo levantamento, com etiquetas on-metal para ambiente severo.

Varejo

PDVs, coletores e equipamentos espalhados por centenas de lojas — inventário dirigido por site, sem parar a operação.

Tecnologia

Refresh rápido e crescimento acelerado: parque conciliado que sustenta as auditorias ISO 27001 e SOC 2 que seus clientes exigem.

Setor Público

Tombamento de equipamentos de informática com numeração patrimonial, conforme exigências dos Tribunais de Contas.

FAQ

Dúvidas sobre Inventário de Ativos de TI

Dúvidas comuns de quem avalia o serviço — respondidas direto pela equipe técnica CPCON.

Qual a diferença entre inventário de ativos de TI e CMDB?
São coisas complementares. O CMDB (Configuration Management Database) é o repositório onde os itens de configuração (CIs) e seus relacionamentos ficam registrados — é a base de dados. O inventário de ativos de TI é o processo que verifica, em campo, o que existe fisicamente: cada notebook, servidor, switch e periférico, com série, etiqueta, localização e responsável. Um CMDB sem inventário periódico degrada rápido — acumula itens duplicados, equipamentos já sucateados que seguem como "ativos" e ativos reais que nunca foram cadastrados. Na prática, o inventário físico é o que devolve confiabilidade ao CMDB: ao final do projeto, cada CI fica amarrado a um ativo verificado e etiquetado, e as divergências são tratadas com trilha auditável.
Ferramenta de discovery (agente ou varredura de rede) substitui o inventário físico?
Não — ela enxerga apenas o inventário lógico. Ferramentas de discovery listam o que está ligado, conectado à rede e com agente instalado no momento da varredura. Ficam invisíveis para elas: equipamentos desligados ou em estoque, notebooks em gaveta aguardando redistribuição, periféricos sem endereço IP (monitores, docks, projetores), dispositivos fora do domínio (BYOD, shadow IT) e tudo que já foi sucateado mas segue registrado. O inventário físico in loco cobre exatamente esses pontos cegos e prova a existência de cada item — algo que nenhuma varredura remota faz. O melhor resultado vem da combinação: usamos o export do seu discovery como uma das bases de entrada e devolvemos as três visões (física, lógica e CMDB/contábil) conciliadas.
Com que frequência fazer o inventário de ativos de TI?
A referência prática usada nos projetos CPCON: inventário geral (wall-to-wall) a cada 1–2 anos, complementado por inventário rotativo nas áreas de maior movimentação — estoques de TI, datacenter e sites com alto giro de equipe. Três fatores encurtam o ciclo: ritmo de refresh do parque (ciclos de vida de 3–5 anos significam que até um terço do parque muda a cada ano), auditorias recorrentes (quem mantém certificação ISO 27001 ou passa por exames SOC 2 anuais precisa de evidência atualizada a cada ciclo) e eventos de mudança — migração de ITSM/CMDB, fusões, devoluções em massa de home office. Com etiquetas RFID, o custo do re-inventário cai tanto que muitos clientes passam a rodar ciclos trimestrais nas áreas críticas.
O que é ITAM e qual a relação com o inventário de TI?
ITAM (IT Asset Management) é a disciplina de gestão do ciclo de vida completo dos ativos de tecnologia — da aquisição à baixa, passando por uso, manutenção, contratos e licenças. O inventário de ativos de TI é a fundação do ITAM: sem saber o que existe, onde está e com quem, nenhum processo de gestão se sustenta. A Gartner estima que programas estruturados de ITAM reduzem o custo por ativo em até 30% já no primeiro ano, principalmente por eliminar compras desnecessárias, licenças ociosas e perdas não detectadas. O serviço da CPCON entrega o alicerce desse programa: a base inventariada, etiquetada e conciliada com CMDB e contábil, mais a rotina de governança para mantê-la viva.
O inventário serve como evidência para ISO 27001 e SOC 2?
Sim — esse é um dos usos mais frequentes. O controle A.5.9 da ISO 27001 exige que a organização mantenha um inventário de informações e outros ativos associados, com proprietários definidos; auditores de certificação pedem exatamente essa evidência, atualizada e com responsável por item. Nos exames SOC 2, os critérios de serviços de confiança pressupõem controle demonstrável sobre os ativos que sustentam o serviço prestado aos clientes. O inventário CPCON entrega o levantamento físico documentado (item, etiqueta, local, responsável, foto) e a conciliação com o CMDB — material que a sua empresa apresenta ao organismo auditor na certificação inicial e nas auditorias de vigilância. Importante: quem emite a certificação é o auditor independente; nós fornecemos a evidência de campo que sustenta o seu processo.
O inventário cobre software e licenças ou só hardware?
Cobre os dois, com métodos diferentes. O hardware é verificado fisicamente: cada equipamento localizado, etiquetado e registrado com série, estado e responsável. O software é tratado por conciliação documental: cruzamos o que está instalado (relatórios das suas ferramentas de gerenciamento, MDM e discovery) com o que está contratado (licenças, assinaturas SaaS, CALs) e com o hardware inventariado em que roda. O resultado expõe os dois desperdícios clássicos: licenças pagas sem uso (shelfware) e instalações sem licença, que viram passivo em auditorias de fornecedor. Para parques com leasing ou locação de equipamentos, a conciliação inclui também os contratos — evitando pagar por máquinas que já foram devolvidas ou perdidas.
Quanto tempo leva um inventário de ativos de TI?
Depende do número de sites e do volume de ativos. Referências práticas de projetos CPCON: um escritório único com 500–2.000 ativos de TI leva de 1 a 3 semanas de campo; operações multi-site (10–50 unidades) ficam entre 4 e 10 semanas com equipes em paralelo; redes com centenas de sites (agências, lojas) são planejadas por ondas regionais. Somam-se o planejamento inicial (1–2 semanas, incluindo coleta das bases existentes) e a conciliação final com CMDB e contábil (2–4 semanas). O trabalho não exige parada da operação: o levantamento é feito por área, em janelas acordadas com cada gestor. Com etiquetagem RFID, os inventários seguintes caem para uma fração desse tempo — leitura em massa, sem contato visual item a item.
Proposta em até 1 dia útil

Coloque o seu parque de TI
sob controle auditável

Conte quantos sites e quantos ativos de TI você estima ter. Devolvemos o plano de inventário — descoberta física, etiquetagem e conciliação com o seu CMDB — com 30 anos e 4.500+ projetos de lastro.

Evidência para Auditoria

Inventário conciliado que sustenta os seus requisitos de ISO 27001, SOC 2, LGPD e ITIL — com trilha completa.

30 Anos de Experiência

4.500+ projetos de inventário e auditoria de ativos, com operação em 6 países.

Físico + CMDB Conciliados

Cada CI amarrado a um ativo etiquetado e a um registro contábil — uma única fonte de verdade.