Referência nº 1 no Brasil, presente em 5 continentes

Inventário Patrimonial

O inventário patrimonial que sustenta o balanço de Vale, Petrobras, Vivo, Natura e mais de 40% das empresas do índice Bovespa: levantamento físico com RFID, conciliação físico-contábil CPC 27 e laudo técnico aceito pelas Big Four.

Levantamento físico wall-to-wall
RFID: até 40% menos tempo
Conciliação CPC 27 + laudo
Política patrimonial inclusa
30+
Anos de Liderança
4.500+
Projetos Entregues
15
Países em 5 Continentes
40%
do Índice Bovespa Atendido
O que é

Inventário patrimonial: a fotografia real do imobilizado que o seu balanço declara

Inventário patrimonial é o processo de levantar fisicamente todos os bens do ativo imobilizado de uma organização - máquinas, equipamentos, veículos, móveis, computadores, instalações e benfeitorias - e conciliar o que existe no chão de fábrica com o que está registrado no razão contábil. Cada bem recebe número patrimonial único, etiqueta (RFID, QR Code ou código de barras), foto, localização, estado de conservação e responsável formal.

A diferença para o inventário de estoque é fundamental: estoque é o que a empresa vende ou consome (CPC 16); patrimônio é o que a empresa USA para operar (CPC 27), deprecia ao longo de anos e sustenta o balanço. Errar o estoque distorce a margem de um trimestre; errar o imobilizado distorce o balanço, o imposto e o seguro por ANOS - em silêncio.

Sem inventário patrimonial recente, a base envelhece de forma previsível: nos projetos da CPCON é típico encontrar até 20% de itens não localizados de imediato (os ativos fantasma), até 30% de registros com divergência cadastral e de 5% a 10% de sobras físicas - bens em pleno uso que nunca entraram na contabilidade. Cada um desses números vira depreciação errada, prêmio de seguro calculado sobre o que não existe, CAPEX duplicado e risco de ressalva na auditoria.

Eliminar ativos fantasma e regularizar sobras físicas
Sustentar depreciação, vida útil e impairment com evidência
Chegar à auditoria com dossiê pronto, sem ressalva
Reduzir seguro, imposto e CAPEX pagos sobre bens inexistentes
Dar dono, local e histórico a cada bem da operação
Preparar M&A, reorganizações e financiamentos com base confiável
Normas e obrigações

O que cada norma exige do seu inventário patrimonial

O inventário patrimonial não é uma boa prática opcional: é a evidência física que várias camadas de norma pressupõem. O CPC 27 (IAS 16) exige que o imobilizado registrado gere benefícios econômicos futuros - o que só se comprova sabendo que o bem existe e opera; exige revisão anual de vidas úteis e valores residuais (item 51), que precisa de base técnica sobre o parque real; e exige a baixa de bens que deixaram de existir - impossível de cumprir sem contagem física periódica.

O CPC 01 (impairment) obriga o teste de recuperabilidade quando há indícios de desvalorização - e são as evidências de campo do inventário (máquinas paradas, linhas desativadas, dano físico, ociosidade) que revelam esses indícios antes do auditor. A Lei 6.404/76, reformada pela 11.638/07, determina a escrituração fiel do imobilizado nas demonstrações; na esfera fiscal, a IN RFB 1700/2017 disciplina a depreciação aceita para IRPJ/CSLL e obriga o controle das diferenças entre taxa fiscal e vida útil societária em subcontas e e-Lalur - controle que desmorona se a base de bens estiver errada. O CIAP condiciona o crédito de ICMS do ativo permanente (48 parcelas) ao rastreamento de cada bem, e o SPED (ECD/ECF) entrega tudo isso ao fisco em formato digital, cruzável eletronicamente.

No setor público, a exigência é literal: a Lei 4.320/64 determina o inventário anual dos bens móveis e imóveis, e o MCASP com as NBC TSP impõe depreciação, reavaliação e conciliação do patrimônio público - cobradas pelos tribunais de contas. E para companhias listadas nos EUA ou subsidiárias de grupos americanos, a SOX exige controles internos auditáveis sobre a existência dos ativos fixos. Em todos os casos, a resposta operacional é a mesma: um inventário patrimonial bem executado, com trilha e laudo. O detalhamento completo das normas está na página de gestão patrimonial.

Autodiagnóstico

8 sinais de que a sua empresa precisa de um inventário patrimonial agora

Nos milhares de projetos que executamos, o pedido de inventário quase sempre chega depois de um destes sintomas. Se você reconhecer dois ou mais, a base já está custando dinheiro:

1

O último inventário tem mais de 2 anos

Bases sem contagem recente acumulam, em média, até 20% de itens não localizáveis de imediato - e cada um deles segue gerando depreciação, seguro e imposto.

2

O fechamento contábil vira maratona

Se todo fechamento exige caçar bens, justificar saldos e remendar planilha, o problema não é o time: é a base.

3

A auditoria pediu evidência física

Vouching que não encontra o bem e tracing que não encontra o registro são o caminho mais curto para a ressalva.

4

Compra de equipamento que "já existia"

CAPEX duplicado é o sintoma clássico de patrimônio sem localização confiável - paga-se duas vezes pelo mesmo ativo.

5

Mudança, obra, fusão ou aquisição no horizonte

Qualquer movimentação em massa de bens sem base atualizada multiplica perdas - e M&A sem inventário é comprar no escuro.

6

Seguro calculado "por estimativa"

Prêmio sobre valor chutado significa pagar caro pelo que não existe ou estar descoberto no que existe.

7

Bens sem responsável formal

Sem termo de responsabilidade por bem, extravio não tem dono, data nem consequência - e se repete.

8

Planilha como sistema oficial

Se o controle do imobilizado mora numa planilha, a base envelheceu no dia seguinte à última atualização.

Tipos de inventário patrimonial

Um inventário para cada momento da empresa

Do primeiro levantamento base zero ao ciclo contínuo com RFID - o desenho certo depende do estágio do seu controle.

Inventário de implantação (base zero)

Primeiro levantamento wall-to-wall: cada bem é identificado, etiquetado, fotografado e cadastrado. É a fundação de qualquer controle patrimonial sério.

Inventário recorrente (anual ou cíclico)

Contagem periódica que mantém a base viva: confirma existência, localização e responsável, e alimenta o fechamento contábil sem sustos.

Inventário rotativo

Contagens parciais contínuas por área, família ou centro de custo. Distribui o esforço ao longo do ano e elimina a parada geral.

Inventário pré-auditoria

Executado antes do fechamento para sustentar as assertivas de existência e integridade perante o auditor externo, com laudo e trilha por bem.

Inventário para M&A e due diligence

Confirma o que existe de fato antes de comprar, vender ou cindir: base física validada para PPA, valuation e negociação.

Inventário para o setor público

Inventário anual obrigatório (Lei 4.320/64), reavaliação e conciliação conforme MCASP e NBC TSP, com laudo aceito por tribunais de contas.

Metodologia CPCON

Como funciona o inventário patrimonial, em 6 fases auditáveis

01

Diagnóstico e planejamento

Análise da base contábil, do parque e do ERP; definição de escopo, cronograma, máscara de numeração e mix de etiquetas por família de ativo.

Plano de inventário + cronograma
02

Preparação e etiquetagem

Aplicação de plaquetas, etiquetas e tags RFID; configuração de coletores, integração com o ERP e treinamento das equipes de campo.

Parque identificado + sistemas prontos
03

Levantamento físico

Contagem em campo com RFID e código de barras, foto por bem, localização, estado de conservação e responsável. Validação em tempo real contra a base.

Base física 100% coletada
04

Conciliação físico x contábil

Cruzamento item a item com o razão do imobilizado: conciliados, sobras físicas, não localizados e divergências cadastrais, tudo classificado e documentado.

Relatório de conciliação + plano de regularização
05

Laudo e atualização do ERP

Laudo técnico com metodologia e evidências, carga da base saneada no SAP, Oracle ou TOTVS e suporte à contabilização dos ajustes.

Laudo + ERP atualizado
06

Governança contínua

Política patrimonial, termos de responsabilidade, rotina de inventário cíclico e indicadores: o patrimônio passa a se manter controlado no tempo.

Política + calendário de ciclos
Tecnologia RFID

RFID: o inventário patrimonial que conta uma sala inteira em segundos

A leitura por radiofrequência dispensa linha de visada: o coletor varre centenas de itens por minuto, registrando presença e localização sem tocar em cada bem. Em projetos da CPCON, o RFID reduz o tempo de levantamento físico em até 40% versus contagem manual - e viabiliza ciclos frequentes, porque recontar deixa de ser caro.

Usamos tags UHF passivas, versões on-metal para superfícies metálicas e ambientes industriais severos, portais fixos em docas e corredores para registrar movimentação automática, e o app coletor CPCON com modo offline e validação em tempo real contra a base. A camada de inteligência artificial sugere correspondências na conciliação e aponta anomalias antes que virem problema de auditoria.

Conheça a implantação RFID e IoT

até 40%

menos tempo de campo vs contagem manual

100%

dos bens com foto, local e responsável

on-metal

tags para ambientes industriais severos

offline

app coletor funciona sem sinal e sincroniza só

Descomponentização de ativos

O inventário é a porta de entrada da descomponentização

O CPC 27 exige que cada componente relevante de um ativo, com vida útil própria, seja registrado e depreciado separadamente - a abordagem por componentes (component approach do IAS 16). Um edifício industrial não envelhece por inteiro na mesma velocidade: estrutura dura décadas; cobertura, elevadores, climatização e automação têm ciclos próprios. Tratar tudo como um registro único a 4% ao ano distorce resultado, imposto e o teste de impairment.

É durante o inventário patrimonial que os componentes são identificados fisicamente: a equipe de campo registra o que compõe cada ativo relevante, a engenharia de avaliações fundamenta vidas úteis e aloca custos, e a contabilidade recebe a árvore de componentes pronta para o razão - com trilha completa para auditoria e Receita. Substituiu a cobertura ou o motor? Baixa-se o componente antigo e capitaliza-se o novo, em vez de inflar despesa ou duplicar ativo.

O tema completo - normas, exemplo numérico e efeitos fiscais - está na página de gestão patrimonial e no serviço dedicado de componentização de ativos CPC 27.

Auditoria

Como funciona a auditoria de inventário patrimonial - e o que o auditor vai pedir

Toda auditoria de demonstrações financeiras testa o imobilizado sobre três assertivas: existência (os bens do balanço existem de fato), integridade (tudo o que existe está registrado) e valorização (custo, depreciação acumulada e perdas refletem a realidade). O inventário patrimonial é a evidência primária das três.

Na prática, o auditor trabalha em duas direções. No vouching, seleciona itens do razão e pede para ver o bem físico - se o bem não aparece, há indício de ativo fantasma e de baixa não contabilizada. No tracing, faz o caminho inverso: aponta bens no chão de fábrica e pede o registro - se não há registro, falta integridade. Além disso, acompanha contagens presencialmente, revisa a razoabilidade de vidas úteis e valores residuais (item 51 do CPC 27), testa indícios de impairment (CPC 01) e examina o tratamento dado a sobras e não localizados.

O que separa uma auditoria tranquila de uma temporada de ressalvas é o dossiê: base física conciliada item a item, laudo técnico com metodologia declarada, fotos e trilha de cada bem, memória de cálculo da depreciação e documentação das regularizações. É exatamente o pacote que a CPCON entrega - no formato que PwC, Deloitte, KPMG e EY esperam, porque nossa equipe vem de lá.

O que o auditor pede

Base conciliada, laudo, fotos, termos de responsabilidade, memória de depreciação e evidência das baixas do período.

Quando pede

No planejamento (entendimento dos controles), no interim (testes) e no final (saldos de fechamento e eventos subsequentes).

O que causa ressalva

Divergência material sem tratamento, vidas úteis sem fundamento, ativos fantasma relevantes e movimentação sem trilha.

Como a CPCON blinda

Inventário pré-auditoria com dossiê completo por bem e suporte técnico à empresa durante os testes do auditor.

Políticas internas

A política de gestão patrimonial que as melhores companhias mantêm

Inventário sem política é foto que envelhece; política sem inventário é papel sem lastro. Nas companhias de referência, os dois andam juntos: a política define as regras do jogo e o inventário confirma, período a período, que elas estão sendo cumpridas. Estes são os oito pilares que uma política interna de patrimônio precisa cobrir - e que a CPCON implanta junto com a base saneada:

1

Valor mínimo de capitalização

A partir de que valor um bem vira imobilizado (e abaixo dele vira despesa). Sem esse corte formalizado, o cadastro incha com itens irrelevantes e a depreciação vira ruído.

2

Responsável por bem e termo de responsabilidade

Cada ativo com um responsável formal e termo assinado. É o que transforma "sumiu" em um evento com dono, data e consequência.

3

Regras de movimentação e transferência

Transferência entre setores, filiais e empresas do grupo só com registro e aceite no sistema. Movimentação sem trilha é a principal fonte de bens não localizados.

4

Alçadas de baixa e alienação

Quem autoriza baixar, vender ou doar um bem, com quais evidências (fotos, laudos, boletim de ocorrência quando aplicável) e qual o fluxo contábil-fiscal da baixa.

5

Periodicidade de inventário

Frequência definida por materialidade: anual geral, cíclico por família crítica, rotativo contínuo. A política define o calendário; o inventário deixa de ser evento de crise.

6

Tratamento de divergências

O que fazer com sobras físicas (incorporação), não localizados (investigação e baixa) e divergências cadastrais, com prazos e alçadas de decisão.

7

Padrão de identificação

Máscara única de numeração patrimonial, tipos de etiqueta por família e regra para bens de terceiros, comodatos e arrendamentos dentro das plantas.

8

Integração com a contabilidade

Toda entrada, movimentação e baixa refletida no razão do imobilizado no mesmo período. Patrimônio e contabilidade falando a mesma língua, sempre.

Programa contínuo

De evento a programa: o calendário e os KPIs do inventário patrimonial maduro

A diferença entre empresas que sofrem com patrimônio e as que não pensam mais nisso é uma só: as segundas transformaram o inventário de evento de crise em programa com calendário. O desenho típico que implantamos: um inventário geral anual ancorado ao fechamento; ciclos rotativos trimestrais nas famílias de maior risco (TI, equipamentos móveis, ferramentas); leitura contínua por portais RFID nas movimentações; e uma reunião trimestral do comitê patrimonial para decidir sobre pendências, baixas e incorporações.

O programa se governa por indicadores - os mesmos que aparecem no dashboard CPCON durante e depois do projeto:

Acuracidade da base

% de bens encontrados exatamente onde e como o cadastro diz. Meta madura: 95%+. É o KPI-mãe do programa.

% conciliado (físico x contábil)

Participação do saldo contábil confirmada fisicamente. Abaixo de 90%, o balanço está declarando o que não se sabe existir.

Aging de pendências

Tempo médio que sobras, não localizados e transferências pendentes levam para ser tratados. Pendência velha vira perda.

Cobertura de ciclos

% do parque contado nos últimos 12 meses. Com RFID, empresas maduras passam de 100% - contam famílias críticas mais de uma vez ao ano.

Bens sem responsável

Quantidade absoluta. A meta é simples: zero. Cada bem órfão é um extravio à espera de acontecer.

Divergência por unidade

Ranking de filiais por taxa de divergência - aponta onde o processo local falha e direciona treinamento e auditoria interna.

A recontagem por amostragem fecha o ciclo de qualidade: após cada onda de contagem, uma amostra estatística é recontada por equipe independente; divergência acima do tolerado reabre a área. É esse rigor - contagem, recontagem, indicador e comitê - que faz auditores externos tratarem a base como confiável ano após ano.

Liderança global

Referência nº 1 em inventário patrimonial no Brasil - operando em 5 continentes

A CPCON nasceu no Brasil há mais de 30 anos e levou o mesmo modelo de negócio para 15 países: a mesma metodologia, a mesma plataforma e o mesmo padrão de laudo executados em São Paulo, Nova York, Madri ou Dubai. Para a sua empresa, isso significa benchmarks internacionais de vidas úteis, compliance multi-GAAP (BR GAAP, IFRS, US GAAP e SOX para subsidiárias) e tecnologia amortizada em escala global - entregue localmente, com equipe própria de campo.

Equipe própria, formação Big Four

Especialistas vindos de Deloitte, PwC, EY e KPMG assinando metodologia e laudos - e equipes de campo próprias, sem subcontratação do levantamento.

Mesmo modelo nos 15 países

Playbook único de inventário e conciliação validado em 5 continentes. O processo chega maduro: já erramos e corrigimos em escala global.

O certificado que importa

Quase 2.600 clientes atendidos com 98% de satisfação - incluindo mais de 40% das empresas do índice Bovespa.

Grandes projetos

Os maiores inventários patrimoniais do país levam a nossa marca

Líderes de cada setor confiam o seu imobilizado à CPCON: da maior mineradora das Américas às principais operadoras de telecom, das gigantes de cosméticos ao varejo esportivo. Projetos com milhões de ativos, centenas de plantas e integração direta ao SAP - executados com a mesma metodologia que atende a sua empresa.

Vale

Mineração

Petrobras

Óleo e Gás

CSN

Siderurgia

Vivo

Telecom

TIM

Telecom

Claro

Telecom

Oi

Telecom

Embratel

Telecom

Natura

Cosméticos

O Boticário

Cosméticos

Ingredion

Alimentos e Ingredientes

Decathlon

Varejo Esportivo

Centauro

Varejo Esportivo

Ipiranga

Combustíveis

Smart Fit

Fitness

Mineração e siderurgia

Inventários de plantas com ambientes severos, tags on-metal e componentização intensiva de usinas, ferrovias e portos - no padrão de Vale e CSN.

Óleo, gás e combustíveis

Refino, distribuição e rede de postos: ativos distribuídos, regulação pesada e conciliação para auditoria em escala Petrobras e Ipiranga.

Telecomunicações

Milhões de ativos georreferenciados em milhares de sites - torres, centrais e equipamentos de rede - com atendimento a ANATEL e ativos reversíveis, em projetos como Vivo, TIM, Claro, Oi e Embratel.

Cosméticos e bens de consumo

Fábricas, centros de distribuição e integração SAP com RFID em escala - o modelo validado em Natura e O Boticário, com Ingredion no setor de ingredientes.

Varejo e redes

Centenas de lojas com padrão único de numeração e inventário por ondas, sem parar a operação - como em Decathlon e Centauro.

Serviços em expansão acelerada

Redes que abrem dezenas de unidades por ano precisam de controle que acompanhe o ritmo - caso Smart Fit, com ativos padronizados por unidade.

Guia de contratação

Como escolher a empresa de inventário patrimonial: as 8 perguntas que separam fornecedor de parceiro

O mercado brasileiro tem de tudo: consultorias que subcontratam o campo, empresas locais que entregam planilha, e players que prometem RFID sem nunca ter operado um portal. Como o resultado do inventário vai parar no seu balanço - e na frente do seu auditor -, a escolha do parceiro é uma decisão de risco, não de preço. Estas são as perguntas que recomendamos fazer a qualquer proponente (inclusive a nós):

1

A equipe de campo é própria ou subcontratada?

Campo subcontratado significa metodologia diluída e responsabilidade pulverizada. A CPCON executa com equipes próprias, treinadas na mesma metodologia nos 15 países.

2

O laudo é aceito por auditorias Big Four?

Peça exemplos de projetos auditados por PwC, Deloitte, KPMG ou EY. Nossos laudos passam por elas rotineiramente - e nossa equipe técnica veio delas.

3

A tecnologia é própria ou de terceiros?

Quem revende hardware e software de terceiros não controla roadmap nem suporte. Plataforma, app coletor e integração RFID da CPCON são de linha própria.

4

Como é feita a conciliação físico x contábil?

Contar bens é a parte fácil; amarrar cada item ao razão do imobilizado, tratar sobras e faltas e sustentar o ajuste contábil é o que separa inventário de contagem.

5

Integra com o meu ERP?

Sem integração (SAP, Oracle, TOTVS), a base saneada morre numa planilha em semanas. São mais de 700 projetos CPCON com integração direta ao SAP.

6

Qual a experiência no meu setor?

Ambiente industrial severo, rede com centenas de lojas, sites de telecom e órgãos públicos têm armadilhas próprias. Verifique projetos comparáveis ao seu.

7

O que fica depois do projeto?

Inventário sem política, calendário de ciclos e KPIs degrada em 12-18 meses. Exija o programa de governança, não só o relatório.

8

Quem responde tecnicamente pelo laudo?

Laudo sem responsável técnico identificado não sustenta discussão com auditor, fisco ou tribunal de contas.

Custo e retorno

Quanto custa um inventário patrimonial - e por onde o retorno aparece

O investimento depende de quatro variáveis: quantidade de bens, número de unidades e dispersão geográfica, tecnologia de identificação (RFID, QR Code, código de barras ou mix) e profundidade contábil (só contagem, conciliação completa, descomponentização, reavaliação). Por isso a CPCON não trabalha com preço de tabela: o diagnóstico gratuito dimensiona o escopo e devolve uma proposta fechada, sem surpresa.

O retorno, por outro lado, tem endereços conhecidos - e costuma superar o investimento ainda no primeiro ciclo. A baixa fundamentada de ativos fantasma corta depreciação e reduz a base de tributos patrimoniais e de prêmios de seguro que a empresa pagava sobre bens inexistentes. A incorporação de sobras físicas recupera crédito e regulariza o balanço. A localização confiável elimina o CAPEX duplicado - deixar de comprar o que já existe é o ROI mais rápido que existe. E o dossiê de auditoria encurta o fechamento, reduz horas de auditor e afasta o custo intangível mais caro de todos: a ressalva no parecer.

Em paralelo, o ganho operacional do RFID se acumula a cada ciclo: com até 40% menos tempo de contagem, o inventário recorrente que antes exigia semanas de mobilização passa a caber na rotina - e o programa de governança mantém o valor conquistado, em vez de deixá-lo evaporar até o próximo projeto de resgate.

Dúvidas sobre inventário patrimonial

As perguntas que mais ouvimos de CFOs, controllers e gestores de patrimônio.

O que é inventário patrimonial?
Inventário patrimonial é o levantamento físico e contábil de todos os bens do ativo imobilizado de uma organização: máquinas, equipamentos, veículos, móveis, computadores, instalações e benfeitorias. Cada bem é identificado com número patrimonial único, fotografado, localizado e amarrado a um responsável; em seguida, a base física é conciliada com o razão contábil (CPC 27), revelando sobras, faltas e divergências. É a evidência que sustenta o balanço, a depreciação correta e as decisões de investimento.
Qual a diferença entre inventário patrimonial e inventário de estoque?
O inventário patrimonial trata do ativo imobilizado: bens de uso duradouro que a empresa NÃO vende (máquinas, móveis, TI, instalações), regidos pelo CPC 27, com depreciação e conciliação ao imobilizado. O inventário de estoque trata de mercadorias, insumos e produtos destinados à venda ou ao consumo (CPC 16), com giro rápido e foco em acuracidade de saldo. Métodos, normas, sistemas e consequências contábeis são diferentes; a CPCON executa os dois, com equipes e metodologias dedicadas.
Como funciona a auditoria de inventário patrimonial?
A auditoria externa testa três assertivas sobre o imobilizado: existência (os bens do balanço existem de fato), integridade (tudo o que existe está registrado) e valorização (custo, depreciação e perdas estão corretos). Na prática, o auditor seleciona amostras do razão e pede para ver o bem físico (vouching), seleciona bens no chão de fábrica e pede o registro (tracing), acompanha contagens, revisa vidas úteis e testa indícios de impairment. Um inventário patrimonial bem executado entrega exatamente o dossiê que esse processo exige: base conciliada, laudo técnico, fotos e trilha por bem, o que reduz ressalvas e encurta a auditoria.
Com que frequência a empresa deve fazer inventário patrimonial?
A prática de governança recomenda inventário geral pelo menos uma vez por ano (alinhado ao fechamento) e ciclos rotativos para famílias de maior risco ou mobilidade, como TI e equipamentos de campo. No setor público a Lei 4.320/64 torna o inventário anual obrigatório. Empresas com RFID conseguem ciclos muito mais frequentes com custo marginal baixo, porque a leitura em massa reduz drasticamente o tempo de contagem.
Quanto tempo demora um inventário patrimonial?
Depende do número de bens, unidades e da tecnologia empregada. Projetos de uma planta com poucos milhares de itens ficam tipicamente entre 4 e 8 semanas do diagnóstico ao laudo; redes com dezenas de filiais são executadas por ondas com cronograma dedicado. A leitura RFID reduz o tempo de campo em até 40% versus contagem manual, e o dashboard da CPCON mostra o avanço em tempo real.
O que deve conter uma política interna de gestão patrimonial?
Os oito pilares mínimos: valor de capitalização, responsável e termo por bem, regras de movimentação e transferência, alçadas de baixa e alienação, periodicidade de inventário, tratamento de sobras e não localizados, padrão de identificação (numeração e etiquetas) e integração com a contabilidade. A CPCON entrega a política junto com o inventário de implantação, calibrada ao porte e ao setor da empresa, para que a base saneada não volte a degradar.
Inventário patrimonial com RFID vale a pena?
Para parques a partir de alguns milhares de itens, quase sempre sim. A leitura em massa por radiofrequência conta uma sala inteira em segundos, sem linha de visada, reduz o tempo de execução em até 40% e viabiliza ciclos frequentes. Tags on-metal atendem superfícies metálicas e ambientes industriais severos. Em parques pequenos, o mix ideal pode combinar QR Code e código de barras; definimos isso no diagnóstico, sem viés de tecnologia.
O que acontece com as divergências encontradas no inventário?
Cada divergência recebe um tratamento contábil documentado: sobras físicas (bens em uso sem registro) são avaliadas e incorporadas; bens não localizados são investigados e, confirmada a inexistência, baixados com efeito no resultado e no imposto; divergências cadastrais (local, responsável, descrição) são corrigidas na base. O laudo técnico da CPCON fundamenta cada ajuste perante auditoria e fisco.

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Cases reais

Inventário patrimonial entregue em líderes de cada setor

Resultados comprovados em projetos com Petrobras, Vale, O Boticário, Vivo, Pfizer, Hospital Sírio-Libanês e outras 60+ empresas.

Case CPCON Vale S/AEnergia
Vale S/A

Vale S/A – Implantação de Solução Automatizada de Gestão de Ativos

  • Solução automatizada de gestão de ativos implantada
  • Projeto vigente por 16 meses (Mar/2014 a Jul/2015)
  • Supervisão pelo Diretor Executivo da Vale
Ver case completo
Case CPCON PetrobrasEnergia
Petrobras

Petrobras – Inventário de Ativos em Refinarias

  • 100% de precisão no inventário
  • 40% de redução no tempo de levantamento
  • Zero divergências contábeis
Ver case completo
Case CPCON Vivo – Telefônica Brasil S/ATelecomunicações
Vivo – Telefônica Brasil S/A

Vivo – Gestão Patrimonial e Controle de Ativos da Maior Operadora do Brasil

  • Inventário físico completo em toda a rede nacional
  • Revisão e higienização dos cadastros PDM realizada
  • Base de dados saneada conforme resoluções da ANATEL
Ver case completo
30 anos · quase 2.600 clientes · 15 países

O inventário patrimonial que os
líderes do mercado escolheram

Levantamento físico com RFID, conciliação CPC 27, laudo aceito por Big Four e política patrimonial para a base nunca mais degradar. A mesma metodologia da Vale, da Petrobras e da Natura - dimensionada para a sua empresa.