Empresa de inventário patrimonial há 30 anos

Inventário patrimonial para empresas

A CPCON levanta, etiqueta e concilia com a contabilidade todos os bens do seu imobilizado, com equipe própria em todo o Brasil. Para indústrias, redes, bancos, hospitais e órgãos públicos que precisam de um balanço que bata com o que existe.

  • Emplaquetamento ou tagueamento de ativos
  • Etiquetas RFID ou código de barras
  • Conciliação físico-contábil CPC 27
  • Laudo e base pronta no Actvos
Técnico com coletor RFID fazendo o tagueamento de bens em um armazém
Coleta com RFID: uma sala inteira lida em segundos.
30 anos
de inventário patrimonial
4.500+
projetos entregues
Quase 2.600
clientes atendidos
15+ países
com a mesma metodologia

Nossos clientes

Clientes que confiam e confiaram na CPCON ao longo de 30 anos de história

Temos orgulho de compartilhar grandes projetos desenvolvidos em alguns dos nossos 17 escritórios em 7 países, com excelentes resultados.

  • Petrobras, cliente CPCON
  • Vivo (Telefônica), cliente CPCON
  • CSN (Companhia Siderúrgica Nacional), cliente CPCON
  • Reckitt, cliente CPCON
  • Natura, cliente CPCON
  • O Boticário, cliente CPCON
  • Smart Fit, cliente CPCON
  • Selfit, cliente CPCON
  • Magna International, cliente CPCON
  • Weir Minerals, cliente CPCON
  • Coca-Cola, cliente CPCON
  • Vale, cliente CPCON
  • Santander Banespa, cliente CPCON
  • Nestlé, cliente CPCON
  • PepsiCo, cliente CPCON
  • BASF, cliente CPCON
  • GE Aerospace, cliente CPCON
  • Deloitte, cliente CPCON
  • Scania, cliente CPCON
  • AstraZeneca, cliente CPCON
  • Caixa Econômica Federal, cliente CPCON
  • Universidade Anhembi Morumbi, cliente CPCON
  • Cacau Show, cliente CPCON
  • Carglass, cliente CPCON
  • Johnson & Johnson, cliente CPCON
  • Venture Global, cliente CPCON
  • Ingredion, cliente CPCON
  • Sicredi, cliente CPCON
  • Sicoob, cliente CPCON
  • Tegma Gestão Logística, cliente CPCON
  • Saint-Gobain, cliente CPCON
  • Unimed, cliente CPCON
  • Veolia, cliente CPCON
  • bioMérieux, cliente CPCON
  • Grupo Galería, cliente CPCON
Diferenciais CPCON

O ERP registra. A CPCON controla.

Nossa missão é levar controle aonde o ERP não chega: ao bem físico, no chão de fábrica, no pátio, na agência, na torre. Fazemos isso com a mesma metodologia em qualquer país, com tecnologia RFID própria e com a experiência de quem participou da chegada das normas internacionais à gestão de ativos.

Empresa global

Empresas globais precisam de soluções globais

Temos orgulho de atender projetos globais de clientes como Reckitt, DHL, CSN e Smart Fit. A mesma metodologia ponta a ponta, do levantamento ao laudo, onde quer que a operação esteja, com equipe própria alocada nos 17 escritórios CPCON em 7 países.

17 escritórios

próprios, em 7 países

Tecnologia RFID própria

Inventários gigantes com segurança, garantia e confiabilidade

Somos a primeira e única empresa a fornecer tecnologia de inventário com RFID própria para coleta, armazenamento e revisão de processos de inventário complexos e de grande escala. Cada leitura fica registrada e auditável, do campo ao relatório final.

Até 1.200

ativos por minuto com RFID

Conhecimento

Ajudamos a escrever a história do IFRS na gestão de ativos

Participamos de forma consistente da transformação global dos serviços de gestão de ativos com a introdução das normas internacionais IFRS. As primeiras avaliações e controles de ativos com foco na conversão para IFRS foram feitos pela CPCON, na CSN, na Vivo e na Petrobras.

Pioneira em IFRS

CSN, Vivo e Petrobras

Nossa missão

Levar controle aonde o ERP não chega.

O ERP guarda o número. A CPCON garante que o número corresponde a um bem que existe, está no lugar certo, com a pessoa certa e no estado declarado. É essa ponte entre o físico e o contábil que a auditoria aceita.

O ERP registra

  • Valor de aquisição
  • Conta contábil
  • Depreciação
  • Centro de custo

A CPCON controla

  • O bem existe?
  • Está onde deveria?
  • Com quem está?
  • Bate com o balanço?

Quer essa metodologia no seu próximo inventário?

O que entregamos

Do bem na parede ao saldo no balanço: cinco entregas, um responsável

Inventário patrimonial é o levantamento físico dos bens do ativo imobilizado, conciliado com o registro contábil. A CPCON executa todas as etapas com equipe própria, sem terceirizar o campo, e entrega a base pronta para o controle seguir depois do projeto.

01

Emplaquetamento ou tagueamento de ativos

Equipe própria percorre cada unidade e identifica bem a bem com plaquetas de patrimônio, etiqueta patrimonial de código de barras ou etiqueta patrimonial RFID (inclusive on-metal), registrando descrição, foto, localização, estado de conservação e responsável. Nada de amostra: o parque inteiro.

02

Conciliação físico-contábil (CPC 27)

Cruzamos a base física com o razão do imobilizado item a item. Conciliados, sobras, não localizados e divergências de cadastro saem classificados, com o tratamento contábil de cada caso.

03

Laudo e relatório final

Relatório com metodologia, evidências e resultado da conciliação, assinado por responsável técnico. É o dossiê que a auditoria externa e o fisco pedem.

04

Base pronta no Actvos

A base saneada é entregue carregada no Actvos, a plataforma CPCON de gestão patrimonial, ou no seu ERP (SAP, Oracle, TOTVS), para o controle continuar depois do projeto.

Quer entender o processo em detalhe antes de falar com a gente? Leia o guia completo de inventário patrimonial ou baixe a planilha de inventário patrimonial em Excel.

Trabalhos de referência, aceitos pelas auditorias

Onde o inventário patrimonial vira decisão de balanço

Três projetos que mostram o que uma base patrimonial confiável sustenta: avaliação de ativos na indústria, bens reversíveis e arrendamentos em telecom e a política de desmobilização de um banco.

Logotipo da CSNSiderurgia

CSN

Centenas de milhares de ativos

Desafio

Uma gigante em faturamento, mercado e gestão, que precisava organizar a base de dados do imobilizado para gerir melhor o seu patrimônio.

O que a CPCON fez

Uma série de projetos de avaliação de ativos, envolvendo centenas de milhares de ativos, com foco em organizar a base de dados patrimonial.

Normas aplicadas

  • CPC 27: vida útil, valor residual e componentização
  • ICPC 10: custo atribuído e revisão de vidas úteis
  • CPC 01: redução ao valor recuperável (impairment)
  • NBR 14653-5: avaliação de máquinas e equipamentos

Resultado

Base patrimonial organizada e conciliada físico x contábil, aceita pela auditoria.

Ver nos cases
Logotipo da VivoTelecomunicações

Grupo Vivo

Quase 13 milhões de ativos

Desafio

Projeto de gestão de ativos com quase 13 milhões de ativos. A CPCON foi contratada especialmente para revisar toda a política de arrendamento do grupo.

O que a CPCON fez

Estudo detalhado dos contratos de arrendamento, principalmente de aparelhos e torres de celular, inclusive estruturas de torres alugadas de empresas de torres e aparelhos em comodato. O maior ponto de atenção foram os bens reversíveis.

Normas aplicadas

  • Lei Geral de Telecomunicações (Lei 9.472/1997) e contratos de concessão da Anatel
  • Lei 13.879/2019: adaptação da concessão para autorização
  • CPC 06 (R2) e IFRS 16: direito de uso e passivo de arrendamento

Resultado

Política de arrendamento revisada à luz do CPC 06 (R2), com tratamento específico para torres, aparelhos e bens reversíveis da concessão.

Ver nos cases
SantanderBancos

Banco Santander

Política de desmobilização

Desafio

Definir os valores locativos ou de arrendamento dos imóveis que sustentariam a política de desmobilização do grupo.

O que a CPCON fez

Estudo detalhado para avaliação e definição dos valores locativos ou arrendados. O projeto envolveu uma escala impressionante de profissionais, dada a complexidade dos ativos envolvidos na operação.

Normas aplicadas

  • NBR 14653: avaliação de imóveis e valor locativo
  • CPC 06 (R2) e IFRS 16: venda e retroarrendamento (sale and leaseback)

Resultado

Valores locativos fundamentados como base para as operações de desmobilização, como venda e retroarrendamento, e para a contabilização pelo CPC 06 (R2).

Ver nos cases

Bens reversíveis: por que pesaram tanto no projeto da Vivo

Na concessão da telefonia fixa (STFC), a Lei Geral de Telecomunicações (Lei 9.472/1997) e os contratos de concessão da Anatel determinam que os bens indispensáveis à continuidade do serviço revertem à União ao fim da concessão. Por isso exigem controle individualizado, inventário e a Relação de Bens Reversíveis (RBR) enviada à Anatel, e não podem ser alienados nem onerados sem anuência da agência.

A Lei 13.879/2019 permitiu adaptar a concessão para autorização, e isso tornou decisivo saber, bem a bem, o que é reversível e quanto vale. Ao mesmo tempo, torres e aparelhos usados sob contrato, como estruturas alugadas de empresas de torres e aparelhos em comodato, entram no CPC 06 (R2) e no IFRS 16 como direito de uso e passivo de arrendamento. Separar uma coisa da outra começa por um inventário confiável.

Conheça o serviço de ativos reversíveis

Seu projeto tem a escala da CSN, da Vivo ou do Santander? Fale com quem já fez.

Como funciona

Cinco etapas, com prazo em cada uma

Os prazos abaixo são os típicos de uma planta com alguns milhares de bens: de 4 a 8 semanas do diagnóstico ao laudo. Redes com muitas unidades rodam em ondas, com frentes simultâneas.

Equipe conferindo bens e paletes em um armazém durante o tagueamento de ativos
  1. 01

    Diagnóstico e proposta

    Proposta em até 24h

    Conversa de 30 minutos sobre quantidade de bens, unidades e prazo. Em seguida, análise da base contábil e plano de inventário com cronograma e mix de etiquetas.

  2. 02

    Emplaquetamento ou tagueamento de ativos

    2 a 4 semanas de campo

    Inventário físico e etiquetagem em paralelo, com coletores RFID e de código de barras, foto por bem e validação em tempo real contra a base. A operação não para.

  3. 03

    Conciliação físico-contábil

    1 a 2 semanas

    Cruzamento com o razão do imobilizado, tratamento de sobras e não localizados e plano de regularização aprovado com a sua controladoria.

  4. 04

    Laudo e carga da base

    Cerca de 1 semana

    Laudo técnico com metodologia e evidências, carga da base saneada no Actvos ou no ERP e suporte à contabilização dos ajustes.

  5. 05

    Controle contínuo

    Depois da entrega

    Política patrimonial, termos de responsabilidade e calendário de inventários cíclicos para a base não voltar a envelhecer.

Proposta com cronograma em até 24h.

Tecnologia

RFID, código de barras e coletores: a etiqueta certa para cada bem

Com RFID, o coletor lê centenas de bens por minuto sem precisar enxergar a etiqueta. Nos projetos da CPCON, isso reduz o tempo de campo em até 40% e torna barato repetir o inventário. Portais com antenas fixas em portas e docas registram a movimentação dos bens sem ninguém precisar apontar o coletor.

Em superfícies metálicas usamos tags on-metal. Onde o RFID não compensa, entra a plaqueta com código de barras. A coleta é feita no Actvos Mobile, que funciona sem sinal e valida cada leitura contra a base em tempo real.

Portal RFID com antenas fixas no portão de um armazém registrando a passagem de um palete
Portal RFID com antenas fixas: a movimentação do bem fica registrada na passagem.

Veja o RFID da CPCON funcionando na sua operação.

Quanto custa

Quanto custa um inventário patrimonial: do que o preço depende

Não trabalhamos com preço de tabela, porque duas empresas com o mesmo número de bens podem ter projetos muito diferentes. Estes são os seis fatores que definem o valor da proposta:

1

Quantidade de bens

É o principal direcionador. Contar 2 mil bens é um projeto; contar 200 mil é outro.

2

Unidades e dispersão geográfica

Cada endereço soma deslocamento, hospedagem e janela de acesso. A logística da equipe já entra fechada na proposta.

3

Tecnologia de identificação

Aproveitar etiquetas existentes custa menos que etiquetar do zero. RFID tem tag mais cara e leitura muito mais rápida.

4

Profundidade contábil

Só contagem física, conciliação completa com o razão, laudo de ajuste ou também avaliação e revisão de vida útil.

5

Janelas de operação

Trabalho noturno, em fim de semana ou em parada programada muda a escala da equipe e o custo.

6

Estado da base e integração

Base contábil muito divergente pede mais saneamento. Carga no Actvos ou integração com o ERP entram no escopo.

Porte do parque, prazo e método

Ordem de grandeza, do planejamento ao laudo.

PorteBensPrazo típicoMétodo
PequenoAté cerca de 1.000Dias a 2 semanasCódigo de barras
Médio1.000 a 10.000SemanasCódigo de barras, ou RFID se houver recontagem frequente
Grande10.000 a 100.000Algumas semanas a mesesRFID com equipe dedicada
Multiunidade100.000 ou mais, em vários endereçosMeses, em ondas por unidadeRFID e frentes simultâneas

Proposta fechada em até 24h

Conte quantos bens, quantas unidades e qual o prazo (fechamento, auditoria, fiscalização). O diagnóstico é sem custo e a proposta vem com escopo, prazo e preço fechados.

Para um parque pequeno, que ainda não comporta o serviço, comece pela planilha gratuita de inventário patrimonial e confira o valor mínimo para ativo imobilizado.

Por que fazer

Sinais de que a sua empresa precisa de um inventário patrimonial

Sem contagem recente, a base envelhece: bens que não existem seguem depreciando e pagando seguro, e bens em uso nunca entram na contabilidade. Se você reconhece dois destes sinais, vale conversar.

  • O último inventário tem mais de 2 anos
  • A auditoria pediu evidência física dos bens
  • O controle do imobilizado vive em planilha
  • Há bens sem responsável formal
  • Vem aí mudança, fusão, aquisição ou venda de unidade
  • O seguro é calculado por estimativa
Normas

O que as normas exigem do inventário

CPC 27 (IAS 16)

Imobilizado registrado precisa existir e gerar benefício. Vida útil revisada todo ano e baixa do que deixou de existir.

CPC 01

Teste de recuperabilidade quando há indício de perda. Máquina parada e dano físico aparecem no levantamento de campo.

Lei 4.320/64 e NBC TSP

No setor público, o inventário anual de bens móveis e imóveis é obrigatório e cobrado pelos tribunais de contas.

Auditoria externa

O auditor testa existência e integridade do imobilizado. Base conciliada e laudo encurtam a auditoria e evitam ressalva.

No setor público, veja também o artigo sobre inventário de bens patrimoniais públicos.

Como escolher

Como escolher a empresa de inventário patrimonial

O resultado do inventário vai para o seu balanço e para a mesa do auditor. Faça estas seis perguntas a qualquer fornecedor, inclusive a nós.

1

A equipe de campo é própria?

Campo subcontratado dilui a metodologia e pulveriza a responsabilidade. A CPCON executa com equipe própria.

2

Entrega conciliação ou só contagem?

Contar é a parte fácil. O valor está em amarrar cada bem ao razão e sustentar o ajuste contábil.

3

O laudo tem responsável técnico?

Sem responsável identificado, o laudo não se sustenta diante de auditor, fisco ou tribunal de contas.

4

A tecnologia é própria?

Actvos Web, Actvos Mobile e a integração RFID são linha própria da CPCON, sem dependência de revenda.

5

Integra com o meu ERP?

São mais de 617 integrações da CPCON com ERPs como SAP, Oracle, TOTVS, Senior e CIGAM.

6

O que fica depois do projeto?

Exija política patrimonial e calendário de ciclos. Sem isso, a base volta a degradar em 12 a 18 meses.

Equipe técnica com formação Big FourMesma metodologia em mais de 15 paísesQuase 2.600 clientes atendidos

Perguntas frequentes sobre inventário patrimonial

O que CFOs, controllers e gestores de patrimônio mais perguntam antes de contratar.

O que é inventário patrimonial?

Inventário patrimonial é o levantamento físico de todos os bens do ativo imobilizado de uma empresa (máquinas, equipamentos, veículos, móveis, computadores e instalações), seguido da conciliação com o registro contábil. Cada bem recebe número patrimonial, foto, localização e responsável, e a base física é comparada ao razão do imobilizado conforme o CPC 27. O resultado mostra o que existe, o que falta e o que nunca foi registrado.

Leia o guia completo de inventário patrimonial
O que faz uma empresa de inventário patrimonial?

Uma empresa de inventário patrimonial executa o projeto de ponta a ponta: planeja, etiqueta os bens, faz a contagem física com coletores, concilia com a contabilidade, trata as divergências e entrega laudo e base atualizada. Na CPCON, o campo é feito por equipe própria e a base sai carregada no Actvos ou no seu ERP.

O que é emplaquetamento ou tagueamento de ativos?

É a identificação de cada bem com um número patrimonial único, gravado em plaquetas de patrimônio (alumínio ou poliéster), em etiqueta patrimonial de código de barras ou em etiqueta patrimonial RFID. É o passo que liga o bem físico ao registro contábil e deixa os próximos inventários muito mais rápidos, porque o bem passa a ser lido em vez de procurado.

Tipos de etiqueta RFID e como escolher
Plaqueta de patrimônio ou etiqueta patrimonial RFID: qual escolher?

Depende do ambiente, do volume de bens e da frequência de inventário. A plaqueta de alumínio resiste a calor, óleo e área externa. A etiqueta de código de barras custa menos e atende parques menores. A etiqueta patrimonial RFID é lida sem contato e em lote, até 1.200 ativos por minuto com a tecnologia RFID da CPCON, e compensa em parques grandes ou com inventários frequentes. Em muitos projetos usamos uma combinação, escolhida por família de ativo.

Inventário físico, levantamento patrimonial e inventário patrimonial são a mesma coisa?

São nomes para partes do mesmo trabalho. O inventário físico, também chamado de levantamento patrimonial, é a contagem e a identificação dos bens no local. O inventário patrimonial completo vai além: inclui o emplaquetamento ou tagueamento dos ativos, a conciliação com a contabilidade conforme o CPC 27 e o laudo final.

Qual o valor médio de um inventário patrimonial?

Não existe valor médio que sirva de referência, porque o preço depende da quantidade de bens, do número de unidades, da tecnologia de etiquetagem, da profundidade contábil e das janelas de operação. Duas empresas com o mesmo número de bens podem ter projetos de custo bem diferente. A CPCON faz o diagnóstico sem custo e envia proposta com escopo, prazo e preço fechados em até 24h. Se a sua dúvida é sobre inventário de herança, esse é um processo jurídico de sucessão e não é o serviço desta página.

Quanto custa um gestor de patrimônio?

Manter um gestor de patrimônio interno significa custo fixo de salário e encargos, mais sistema, coletores e etiquetas, e mesmo assim o inventário geral costuma exigir reforço de equipe. Por isso muitas empresas contratam o inventário e a implantação com uma empresa especializada e deixam com o time interno apenas a rotina de movimentações, apoiada por um sistema como o Actvos. Se a busca é por gestor de investimentos pessoais, trata-se de outro serviço, do mercado financeiro.

Quais são os 3 tipos de inventário?

Os três tipos mais usados são o inventário periódico (contagem geral, normalmente anual e ligada ao fechamento), o rotativo ou cíclico (contagens parciais ao longo do ano, por área ou família de bens) e o permanente (registro contínuo de cada entrada, movimentação e baixa no sistema). Empresas maduras combinam os três: base permanente no sistema, ciclos rotativos nas famílias de maior risco e um inventário geral por ano.

Veja todos os tipos de inventário
Quanto tempo demora um inventário patrimonial?

Uma planta com alguns milhares de bens fica tipicamente entre 4 e 8 semanas, do diagnóstico ao laudo. Redes com muitas unidades são executadas em ondas, com frentes simultâneas: na Petrobras, por exemplo, foram mais de 500 mil ativos em 13 refinarias em 6 meses. O RFID reduz o tempo de campo frente à contagem manual.

Qual a diferença entre inventário patrimonial e inventário de estoque?

O inventário patrimonial trata dos bens que a empresa usa para operar e não vende, regidos pelo CPC 27, com depreciação e conciliação ao imobilizado. O inventário de estoque trata de mercadorias e insumos destinados à venda ou ao consumo, regidos pelo CPC 16. Os métodos, as normas e os efeitos contábeis são diferentes, e a CPCON executa os dois.

Entenda o que é ativo imobilizado
Inventário patrimonial com RFID vale a pena?

Para parques a partir de alguns milhares de itens, quase sempre sim. A leitura por radiofrequência conta uma sala inteira em segundos, sem linha de visada, e torna barato repetir o inventário. Em parques pequenos, o código de barras costuma ser suficiente. A escolha é feita no diagnóstico, por família de bem e ambiente.

Como funciona a tecnologia RFID
Preciso parar a operação durante o inventário?

Não. A equipe trabalha por setor e por onda, em horário combinado com a operação, inclusive em plantas que funcionam 24 horas, lojas abertas e hospitais. Quando um setor exige janela específica, ela é agendada com antecedência.

O que recebo ao final do inventário patrimonial?

Você recebe a base de ativos saneada e etiquetada, com foto, local e responsável de cada bem; a conciliação físico-contábil com o tratamento de cada divergência; o laudo técnico assinado por responsável habilitado; e a base carregada no Actvos ou no seu ERP, junto com a política patrimonial para manter o controle.

O que acontece com as divergências encontradas?

Sobras físicas (bens em uso sem registro) são avaliadas e incorporadas. Bens não localizados são investigados e, confirmada a inexistência, baixados com o efeito contábil e fiscal correspondente. Divergências de cadastro, como local, responsável e descrição, são corrigidas na base. O laudo fundamenta cada ajuste.

A partir de que valor um bem entra no inventário patrimonial?

Entram os bens classificados no ativo imobilizado, e o corte de valor mínimo é definido pela política contábil da empresa, respeitando o limite fiscal para dedução direta como despesa. Bens abaixo do corte podem ser controlados fisicamente sem ir para o imobilizado.

Valor mínimo para ativo imobilizado
A CPCON já atendeu empresas do meu porte?

Entre os trabalhos de referência, aceitos pelas auditorias, estão a série de projetos de avaliação de ativos da CSN, com centenas de milhares de ativos; o projeto do Grupo Vivo, de gestão de ativos, com quase 13 milhões de ativos e a revisão da política de arrendamento do grupo; e o estudo de valores locativos do Banco Santander para a política de desmobilização. Nesta página também estão os números de Caixa, Petrobras, Grupo Marista e Governo do Espírito Santo.

O que são bens reversíveis?

Na concessão de telefonia fixa (STFC), a Lei Geral de Telecomunicações (Lei 9.472/1997) e os contratos de concessão da Anatel determinam que os bens indispensáveis à continuidade do serviço revertem à União ao fim da concessão. Esses bens exigem controle individualizado, inventário e a Relação de Bens Reversíveis (RBR) enviada à Anatel, e não podem ser alienados nem onerados sem anuência. A Lei 13.879/2019 permitiu adaptar a concessão para autorização, o que tornou decisivo identificar e valorar esses bens.

Conheça o serviço de ativos reversíveis
Vocês atendem a minha cidade?

Sim. A CPCON executa inventários em todo o Brasil com equipe própria, em capitais, no interior e em plantas industriais afastadas, e já operou em mais de 15 países. Deslocamento e hospedagem da equipe entram fechados na proposta.

Tenha um inventário patrimonial que a auditoria aceita de primeira

Emplaquetamento ou tagueamento de ativos, conciliação CPC 27, laudo e base no Actvos, com equipe própria em todo o Brasil. Você não precisa arrumar a base antes: saneá-la é parte do serviço.

  • Diagnóstico sem custo
  • Proposta com escopo, prazo e preço fechados em até 24h
  • Logística da equipe inclusa na proposta
Prefiro falar no WhatsApp

Peça a sua proposta de inventário patrimonial

Resposta em até 1 dia útil. Sem compromisso.

Ao enviar, você concorda com nossa política de privacidade e o tratamento de dados conforme LGPD.