A Demonstração do Valor Adicionado (DVA) responde a uma pergunta que o lucro líquido sozinho não responde: quanta riqueza a empresa criou para a sociedade e como ela foi repartida? Enquanto a Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) mira o resultado que sobra para os sócios, a DVA amplia a lente e mostra o valor que o negócio adicionou à economia e como esse valor foi distribuído entre empregados, governo (tributos), financiadores (juros e aluguéis) e os próprios acionistas. É a peça mais representativa da chamada contabilidade social no Brasil — e, para as companhias abertas, uma demonstração obrigatória. Este guia explica o que é a DVA, para que serve, quem precisa elaborá-la, sua estrutura, como montá-la passo a passo com exemplo e os indicadores que dela derivam.
Resposta rápida — o que é a DVA? A Demonstração do Valor Adicionado (DVA) é uma das demonstrações contábeis exigidas das companhias abertas que evidencia, em um período, o valor da riqueza econômica gerada pela empresa (receitas menos insumos adquiridos de terceiros, ajustados pela depreciação) e a forma como essa riqueza foi distribuída entre quatro grandes beneficiários: pessoal (empregados), impostos/taxas/contribuições (governo), remuneração de capitais de terceiros (financiadores) e remuneração de capitais próprios (acionistas e lucros retidos). É regida pelo CPC 09 e prevista no art. 176 da Lei 6.404/1976, com redação dada pela Lei 11.638/2007.
O que é a Demonstração do Valor Adicionado (DVA)
A DVA é a demonstração contábil que apura o valor adicionado — ou valor agregado — produzido por uma entidade e a sua distribuição entre os fatores que contribuíram para gerá-lo. O conceito de valor adicionado nasce na macroeconomia: o Produto Interno Bruto (PIB) de um país é, em essência, a soma do valor adicionado por todas as suas unidades produtivas. A DVA traz essa mesma lógica para dentro da contabilidade da empresa, permitindo enxergar a riqueza criada além da fronteira do lucro.
Na prática, o valor adicionado é a diferença entre o que a empresa vendeu (receitas) e o que ela comprou de terceiros para produzir (matérias-primas, mercadorias, energia, serviços, materiais), ajustada pela depreciação, amortização e exaustão. Esse valor representa quanto a empresa, com o seu próprio esforço de transformação, agregou aos insumos que adquiriu de outros agentes econômicos. Em seguida, a demonstração mostra para onde essa riqueza foi: quanto coube aos empregados, quanto ao governo, quanto aos financiadores e quanto aos sócios.
É por isso que a DVA é considerada a peça mais relevante da contabilidade social: ela demonstra a função social da empresa, evidenciando sua contribuição para a geração de emprego, para a arrecadação tributária e para a remuneração do capital. Integra, ao lado do Balanço Social, o conjunto de informações que comunicam o desempenho do negócio para além do interesse exclusivo dos acionistas.
Para que serve a DVA
A utilidade da DVA vai muito além do cumprimento de uma obrigação legal. Ela oferece uma leitura do negócio que nenhuma outra demonstração entrega isoladamente:
- Mede a riqueza criada (não apenas o lucro): a DVA mostra quanto valor a empresa adicionou à economia — um número quase sempre muito maior que o lucro líquido, porque inclui salários, tributos e juros que a DRE trata como custos e despesas. Empresas que dão prejuízo ainda podem ter gerado vultosa riqueza distribuída a empregados e governo.
- Evidencia a distribuição entre stakeholders: ao repartir a riqueza entre pessoal, governo, financiadores e sócios, a DVA torna transparente quem se beneficia da atividade econômica. É um instrumento de prestação de contas social.
- Mostra a contribuição tributária real: a parcela destinada a impostos, taxas e contribuições (federais, estaduais e municipais) explicita o quanto a empresa contribui para o Estado — informação valiosa para reputação, relações governamentais e ESG.
- Subsidia análises macroeconômicas e setoriais: somando o valor adicionado de várias empresas, é possível estimar a contribuição de um setor ao PIB. A DVA é a ponte entre a contabilidade empresarial e as contas nacionais.
- Apoia a comunicação ESG e o Relato Integrado: na agenda ambiental, social e de governança, a DVA é dado primário para demonstrar geração e distribuição de valor a todas as partes interessadas — base de relatórios de sustentabilidade.
- Auxilia decisões internas de remuneração e investimento: a evolução do valor adicionado por empregado, ou da fatia retida para reinvestimento, ajuda a gestão a avaliar produtividade e política de distribuição de resultados.
Obrigatoriedade: quem precisa elaborar a DVA
A DVA tornou-se uma demonstração financeira obrigatória no Brasil a partir da Lei 11.638/2007, que alterou a Lei das Sociedades por Ações (Lei 6.404/1976). O art. 176, inciso V, da Lei 6.404/1976 passou a incluir, entre as demonstrações financeiras que a companhia deve elaborar ao fim de cada exercício social, a "demonstração do valor adicionado" — mas com um recorte importante de alcance.
Quem é obrigado (e quem não é) a elaborar a DVA
- Companhias abertas (de capital aberto): são obrigadas a elaborar e divulgar a DVA como parte integrante das demonstrações financeiras do exercício, por força do art. 176, V, da Lei 6.404/1976. É o público-alvo central da norma.
- Companhias fechadas e demais sociedades: o § 6º do art. 176 dispensa expressamente a companhia fechada da elaboração e publicação da DVA. Ou seja, para a maioria das empresas não listadas, a DVA é facultativa do ponto de vista societário.
- Instituições reguladas (financeiras, seguradoras, energia, etc.): podem ter a DVA exigida por seus órgãos reguladores (Banco Central, SUSEP, ANEEL, entre outros), independentemente de serem abertas — sempre conferir a norma setorial aplicável.
- Elaboração voluntária: muitas companhias fechadas, cooperativas e até entidades sem fins lucrativos elaboram a DVA voluntariamente, por seu valor informacional em relatórios de sustentabilidade, ESG e prestação de contas a stakeholders.
- Norma técnica aplicável: independentemente da obrigatoriedade, quando elaborada, a DVA deve seguir o CPC 09 — Demonstração do Valor Adicionado (correlato à NBC TG 09), que padroniza a estrutura, os critérios e o modelo de apresentação no Brasil.
O CPC 09 — Demonstração do Valor Adicionado, emitido pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis e aprovado pelo Conselho Federal de Contabilidade (NBC TG 09), é a norma que disciplina o conteúdo e a forma da DVA. Vale destacar que, no conjunto das normas internacionais (IFRS), não existe um pronunciamento equivalente obrigatório — a DVA (Statement of Value Added) é uma peculiaridade brasileira, fruto de uma tradição de contabilidade social que se consolidou em lei. Por isso, é um tema em que a referência normativa é fundamentalmente nacional.
A estrutura da DVA: geração e distribuição da riqueza
A DVA modelo do CPC 09 é organizada em duas grandes partes que sempre se igualam — assim como num balanço o ativo iguala o passivo. A primeira parte apura quanta riqueza foi gerada (o valor adicionado total a distribuir); a segunda mostra como essa riqueza foi distribuída entre os beneficiários. O total gerado é, por definição, igual ao total distribuído.
1ª parte — Geração do valor adicionado
A primeira parte parte das receitas e vai subtraindo o que foi consumido de terceiros até chegar ao valor adicionado líquido produzido pela própria entidade. A sequência típica do modelo CPC 09 é:
| Bloco (1ª parte) | O que entra | Sinal |
|---|---|---|
| 1. Receitas | Venda de mercadorias, produtos e serviços; outras receitas; provisão para créditos de liquidação duvidosa (ajuste) | + |
| 2. Insumos adquiridos de terceiros | Custo de mercadorias e serviços vendidos; materiais, energia e serviços de terceiros; perda/recuperação de valores de ativos | − |
| 3. Valor adicionado bruto | = Receitas − Insumos de terceiros | = |
| 4. Depreciação, amortização e exaustão | Cotas do período que recaem sobre o imobilizado e intangível | − |
| 5. Valor adicionado líquido produzido | = Valor adicionado bruto − Depreciação/amortização | = |
| 6. Valor adicionado recebido em transferência | Resultado de equivalência patrimonial, receitas financeiras e outras receitas recebidas de terceiros | + |
| 7. Valor adicionado total a distribuir | = Valor adicionado líquido produzido + recebido em transferência | = |
A lógica é direta: a empresa vendeu (receitas), comprou de fora os insumos para produzir (insumos de terceiros) e o que sobra dessa diferença é o valor que ela própria adicionou. Como parte da capacidade produtiva se desgasta ao longo do tempo, subtrai-se a depreciação para chegar ao valor adicionado líquido. Por fim, somam-se as riquezas que a empresa recebeu de terceiros sem tê-las produzido (juros recebidos, dividendos de coligadas), resultando no total a distribuir.
2ª parte — Distribuição do valor adicionado
A segunda parte mostra para onde foi todo o valor adicionado total apurado na primeira parte. O CPC 09 organiza a distribuição em quatro grandes destinatários, cuja soma é obrigatoriamente igual ao total a distribuir:
| Destinatário (2ª parte) | O que representa | Exemplos de itens |
|---|---|---|
| Pessoal | Riqueza distribuída aos empregados | Salários, 13º, férias, FGTS, benefícios, participação nos lucros |
| Impostos, taxas e contribuições | Riqueza distribuída ao governo (3 esferas) | IRPJ, CSLL, ICMS, ISS, PIS, COFINS, INSS patronal, IPTU, taxas |
| Remuneração de capitais de terceiros | Riqueza distribuída a financiadores externos | Juros, despesas financeiras, aluguéis, royalties pagos |
| Remuneração de capitais próprios | Riqueza distribuída/retida pelos sócios | Dividendos, juros sobre capital próprio, lucros retidos/prejuízo |
Note que itens que a DRE classifica como custos e despesas — salários, tributos, juros — aqui aparecem como distribuição de riqueza, não como subtrações. Essa é a inversão de perspectiva que torna a DVA tão informativa: o que para o acionista é "custo", para a sociedade é renda distribuída. Os lucros retidos para reinvestimento e os dividendos compõem a parcela dos sócios, fechando a conta com o total gerado.
Como elaborar a DVA passo a passo (com exemplo)
A DVA é elaborada a partir da contabilidade, especialmente das contas que alimentam a DRE, reclassificadas segundo a ótica de geração e distribuição. Veja o passo a passo e, na sequência, um exemplo numérico simplificado.
Passo a passo para elaborar a DVA
- 1. Levante as receitas: some a receita de vendas de mercadorias, produtos e serviços (valores brutos, incluindo os tributos sobre vendas) e demais receitas, ajustando pela constituição/reversão da provisão para créditos de liquidação duvidosa.
- 2. Apure os insumos adquiridos de terceiros: identifique tudo que foi comprado de fora e consumido na operação — custo das mercadorias e serviços vendidos, materiais, energia, serviços de terceiros — pelos valores que incluem os tributos não recuperáveis.
- 3. Calcule o valor adicionado bruto: subtraia os insumos de terceiros das receitas. Esse é o valor que a empresa agregou antes de considerar o desgaste de seus próprios ativos.
- 4. Deduza depreciação, amortização e exaustão: subtraia as cotas do período. O resultado é o valor adicionado líquido produzido pela própria entidade.
- 5. Some o valor adicionado recebido em transferência: acrescente receitas financeiras, resultado de equivalência patrimonial e outras riquezas geradas por terceiros e recebidas pela empresa. Chega-se ao valor adicionado total a distribuir.
- 6. Monte a distribuição: classifique a destinação da riqueza em pessoal, impostos/taxas/contribuições, remuneração de capitais de terceiros e remuneração de capitais próprios (incluindo lucros retidos).
- 7. Concilie e valide: confirme que o total distribuído é exatamente igual ao total a distribuir. A igualdade é o teste de consistência da demonstração.
Exemplo numérico simplificado de uma indústria fictícia, em um exercício (valores em R$ mil):
| DVA — exemplo simplificado | R$ mil |
|---|---|
| 1. RECEITAS (vendas + outras) | 10.000 |
| 2. (−) Insumos adquiridos de terceiros (CMV, materiais, energia, serviços) | (5.500) |
| 3. (=) Valor adicionado bruto | 4.500 |
| 4. (−) Depreciação, amortização e exaustão | (500) |
| 5. (=) Valor adicionado líquido produzido | 4.000 |
| 6. (+) Valor adicionado recebido em transferência (receitas financeiras, equiv. patrimonial) | 300 |
| 7. (=) VALOR ADICIONADO TOTAL A DISTRIBUIR | 4.300 |
| — Pessoal (salários, encargos, benefícios) | 1.720 |
| — Impostos, taxas e contribuições (governo) | 1.505 |
| — Remuneração de capitais de terceiros (juros, aluguéis) | 430 |
| — Remuneração de capitais próprios (dividendos + lucros retidos) | 645 |
| = TOTAL DISTRIBUÍDO (= total a distribuir) | 4.300 |
No exemplo, a empresa vendeu R$ 10 milhões, mas o lucro distribuído aos sócios (capitais próprios) foi de apenas R$ 645 mil. A riqueza total gerada, porém, foi de R$ 4,3 milhões — repartida sobretudo entre empregados (R$ 1,72 mi, ou 40%) e governo (R$ 1,505 mi, ou 35%). É exatamente essa leitura — invisível na DRE — que a DVA entrega: o negócio foi muito mais relevante para empregados e Estado do que o lucro de R$ 645 mil sugeriria.
DVA vs DRE: qual a diferença
A DVA e a DRE (Demonstração do Resultado do Exercício) partem das mesmas informações contábeis, mas têm propósitos e óticas opostos. A DRE é uma demonstração do acionista: ela parte da receita e vai deduzindo custos e despesas até chegar ao lucro líquido — o que sobra para os sócios. A DVA é uma demonstração de toda a sociedade: o lucro líquido é apenas uma das parcelas (a dos capitais próprios) de uma riqueza muito maior, que inclui o que a DRE chamou de custo.
| Critério | DRE (Resultado do Exercício) | DVA (Valor Adicionado) |
|---|---|---|
| Pergunta que responde | Quanto sobrou para os sócios? | Quanta riqueza foi criada e como foi repartida? |
| Foco / destinatário | Acionistas (resultado do capital próprio) | Todos os stakeholders (empregados, governo, financiadores, sócios) |
| Tratamento de salários e tributos | Custos e despesas (subtraem o lucro) | Distribuição de riqueza (parcelas do valor adicionado) |
| Indicador-síntese | Lucro (ou prejuízo) líquido | Valor adicionado total a distribuir |
| Natureza | Demonstração financeira/econômica | Demonstração de natureza social |
| Obrigatoriedade (cias. abertas) | Obrigatória para todas as sociedades | Obrigatória apenas para companhias abertas |
| Norma aplicável | CPC 26 / Lei 6.404, art. 187 | CPC 09 / Lei 6.404, art. 176, V |
As duas demonstrações se conectam: o lucro líquido apurado na DRE é exatamente a base da parcela de "remuneração de capitais próprios" da DVA (somado às retenções e dividendos). Por isso, a DVA não substitui a DRE — ela a complementa, reorganizando a mesma realidade econômica sob a ótica da contribuição social. Ambas integram o conjunto de demonstrações financeiras de fim de exercício previsto na Lei das S.A.
Indicadores derivados da DVA
A DVA é uma fonte rica de indicadores que ajudam a interpretar a contribuição econômica e social da empresa e a comparar desempenho entre períodos e entre companhias do mesmo setor:
- Carga tributária sobre o valor adicionado: parcela de impostos, taxas e contribuições dividida pelo valor adicionado total. Mostra quanto da riqueza criada vai para o governo — no exemplo acima, 35%.
- Participação do pessoal (índice de distribuição aos empregados): valor distribuído a pessoal sobre o valor adicionado total. É um indicador-chave de quanto da riqueza vai para o trabalho — 40% no exemplo.
- Valor adicionado por empregado: valor adicionado total dividido pelo número médio de empregados. Mede a produtividade da força de trabalho na geração de riqueza, comparável entre empresas e setores.
- Valor adicionado sobre a receita (margem de valor adicionado): valor adicionado total dividido pela receita. Indica quanto, de cada real vendido, foi efetivamente agregado pela empresa (e não apenas repassado de fornecedores).
- Taxa de retenção para reinvestimento: lucros retidos sobre o valor adicionado total, sinalizando quanto da riqueza é reinvestido no próprio negócio em vez de distribuído como dividendo.
- Remuneração de capitais de terceiros vs. próprios: a proporção entre o que vai para financiadores (juros, aluguéis) e o que vai para sócios revela a dependência de capital externo na estrutura de financiamento.
DVA confiável começa em informação contábil e patrimonial precisa
A qualidade da DVA depende diretamente da qualidade dos números que a alimentam — e dois deles têm origem patrimonial: a depreciação (que reduz o valor adicionado líquido) e os resultados na baixa e alienação de ativos (que afetam receitas e perdas). Se a base de ativos imobilizados estiver desatualizada — com ativos fantasmas, vidas úteis erradas ou bens não localizados — a cota de depreciação fica distorcida e contamina tanto a DRE quanto a DVA. A confiabilidade dessas demonstrações começa, portanto, num controle patrimonial consistente e numa conciliação físico-contábil bem feita.
Falhas patrimoniais que distorcem a DVA (e a DRE)
- Depreciação calculada sobre cadastro incorreto: vida útil, valor residual ou custo errados no imobilizado distorcem a cota do período, afetando o valor adicionado líquido produzido.
- Ativos fantasmas no registro: bens já baixados ou alienados que seguem depreciando inflam despesas e subavaliam a riqueza gerada.
- Resultados de baixa de ativos mal apurados: vendas e baixas de imobilizado sem registro físico correto afetam receitas e perdas — e, por consequência, a primeira parte da DVA.
- Falta de conciliação físico-contábil: sem amarrar o saldo contábil ao que existe fisicamente, não há garantia de que a base de cálculo da depreciação (e da DVA) reflete a realidade.
- Inconsistência entre exercícios: mudanças não documentadas na base de ativos quebram a comparabilidade dos indicadores derivados da DVA ao longo do tempo.
A CPCON atua exatamente nessa base. Por meio do inventário de ativos fixos, da avaliação de ativos e da conciliação físico-contábil — apoiados, quando faz sentido, por tecnologia RFID para manter o cadastro vivo —, a empresa garante que a depreciação, os resultados de baixa e o valor do imobilizado estejam corretos. Com isso, demonstrações como a DVA e a DRE passam a refletir a riqueza real gerada e distribuída, com a robustez exigida por auditores, reguladores e investidores.
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A CPCON realiza inventário físico, avaliação e conciliação físico-contábil dos seus ativos — entregando a base de depreciação e de valor que sustenta demonstrações contábeis corretas, da DRE à DVA. Garanta que a riqueza que sua empresa reporta reflete a realidade do seu patrimônio.
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Perguntas Frequentes
O que é a DVA (Demonstração do Valor Adicionado)?
Para que serve a DVA?
A DVA é obrigatória? Quem precisa elaborar?
Qual a diferença entre DVA e DRE?
Qual a estrutura da DVA?
O que é valor adicionado?
Qual norma regula a DVA no Brasil?
Como se calcula o valor adicionado a distribuir?
Como a riqueza é distribuída na DVA?
Quais indicadores derivam da DVA?
A DVA precisa ser auditada?
A DVA existe nas normas internacionais (IFRS)?
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