Muita gente acredita que a gestão de ativos começa no momento em que o bem entra no balanço contábil.
Mas vou te contar uma coisa que aprendi com 25 anos lidando com grandes corporações: O ativo nasce muito antes.
Ele nasce no momento da ideia.
Isso mesmo. Pode ser:
- Um pedido de cotação para um novo equipamento,
- Ou o início de um projeto de expansão.
Ambos já dão origem ao ativo — mesmo sem ele existir fisicamente ainda.
E é aí que mora o primeiro desafio: se a origem estiver mal feita, todo o ciclo de vida do ativo será afetado.
Como garantir uma boa origem?
Separamos aqui os principais cuidados que eu e meu time sempre orientamos nos projetos da CPCON:
- 1. Descrição técnica precisa
Evite “máquina” ou “equipamento”. Prefira algo como: Empacotadora vertical automática | Marca X | Modelo Y | Capacidade 20kg/hora.
➡ Isso evita problemas com classificação contábil, rastreabilidade e depreciação. - 2. Integração entre áreas
Nada de trabalhar em silos. A área técnica, a contabilidade e o setor de compras precisam falar a mesma língua desde o início.
➡ Isso evita que o ativo seja ativado errado, em centro de custo errado ou, pior, que nem seja ativado. - 3. Padronização de dados
Crie uma base sólida com nomes, centros de custo e tipos de ativos bem definidos desde o pedido.
➡ Isso reduz erros no inventário, melhora a auditoria e facilita a fiscalização. - 4. Controle dos ativos em implantação
Projetos de longo prazo precisam de atenção especial. Se não houver controle, o ativo pode: - Ficar fora da contabilidade;
- Ser ativado com atraso;
- Ou ser ativado parcialmente.
Depois que o ativo chega, começa outro jogo: O controle físico-contábil.
E aí, entra uma das nossas especialidades: etiquetas RFID.
Com RFID, seu controle vira quase automático:
- Monitoramento em tempo real,
- Inventário facilitado,
- E rastreabilidade garantida.
O RFID não é só tecnologia. É governança patrimonial moderna.
Resumo da ópera:
A gestão de ativos não começa no almoxarifado.
Ela começa na intenção.
Se você domina a origem, domina o ciclo inteiro.
Se ignora a origem, compromete o controle, a conformidade e o valor do seu patrimônio.
Quer garantir controle total dos seus ativos desde a origem?
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