Ciclo de vida do ativo imobilizado: Onde tudo realmente começa?

Muita gente acredita que a gestão de ativos começa no momento em que o bem entra no balanço contábil. Mas…


Rafael Junqueira
Rafael Junqueira
Ciclo de vida do ativo imobilizado

Muita gente acredita que a gestão de ativos começa no momento em que o bem entra no balanço contábil.

Mas vou te contar uma coisa que aprendi com 25 anos lidando com grandes corporações: O ativo nasce muito antes.

Ele nasce no momento da ideia.

Isso mesmo. Pode ser:

  • Um pedido de cotação para um novo equipamento,
  • Ou o início de um projeto de expansão.

Ambos já dão origem ao ativo — mesmo sem ele existir fisicamente ainda.

E é aí que mora o primeiro desafio: se a origem estiver mal feita, todo o ciclo de vida do ativo será afetado.

Como garantir uma boa origem?

Separamos aqui os principais cuidados que eu e meu time sempre orientamos nos projetos da CPCON:

  • 1. Descrição técnica precisa
    Evite “máquina” ou “equipamento”. Prefira algo como: Empacotadora vertical automática | Marca X | Modelo Y | Capacidade 20kg/hora.
    ➡ Isso evita problemas com classificação contábil, rastreabilidade e depreciação.
  • 2. Integração entre áreas
    Nada de trabalhar em silos. A área técnica, a contabilidade e o setor de compras precisam falar a mesma língua desde o início.
    ➡ Isso evita que o ativo seja ativado errado, em centro de custo errado ou, pior, que nem seja ativado.
  • 3. Padronização de dados
    Crie uma base sólida com nomes, centros de custo e tipos de ativos bem definidos desde o pedido.
    ➡ Isso reduz erros no inventário, melhora a auditoria e facilita a fiscalização.
  • 4. Controle dos ativos em implantação
    Projetos de longo prazo precisam de atenção especial. Se não houver controle, o ativo pode:
  • Ficar fora da contabilidade;
  • Ser ativado com atraso;
  • Ou ser ativado parcialmente.

Depois que o ativo chega, começa outro jogo: O controle físico-contábil.

E aí, entra uma das nossas especialidades: etiquetas RFID.

Com RFID, seu controle vira quase automático:

  • Monitoramento em tempo real,
  • Inventário facilitado,
  • E rastreabilidade garantida.

O RFID não é só tecnologia. É governança patrimonial moderna.

Resumo da ópera:

A gestão de ativos não começa no almoxarifado.
Ela começa na intenção.

Se você domina a origem, domina o ciclo inteiro.
Se ignora a origem, compromete o controle, a conformidade e o valor do seu patrimônio.

Quer garantir controle total dos seus ativos desde a origem?

Fale com nossos especialistas agora e descubra como transformar sua gestão patrimonial com eficiência e tecnologia!